EUA: marinheiro mata dois civis na base naval de Pearl Harbor, no Havaí

Segundo a imprensa local, uma pessoa está hospitalizada e o atirador se matou em seguida; ainda não há informações sobre o motivo do tiroteio

O comandante Chadwick (centro) disse que ainda não ficaram claro as motivações do atirador

O comandante Chadwick (centro) disse que ainda não ficaram claro as motivações do atirador

Reprodução/Reuters

Um marinheiro atirou contra funcionários civis da base naval em Pearl Harbor, perto de Honololulu, no Havai, na tarde desta quarta-feira. Dois funcionários morreram e um terceiro ficou ferido e está hospitalizado em condições estáveis.

O atirador também morreu após, aparentemente, cometer suicídio, segudo o contra-almirante Robert Chadwick, comandante da região da Marinha do Havaí. 

O comandante Chadwick disse à imprensa local que não ficou claro imediatamente se o marinho que efetuou os disparos, conhecia as vítimas - todos os funcionários do estaleiro - ou se os três foram alvos aleatoriamente. Os nomes das vítimas e do atirador não foram divulgados.

Ele também não deu detalhes sobre que tipo de arma foi usada ou um possível motivo. A Base Conjunta de Pearl Harbor-Hickam informou, pelo Twiiter, que está sendo realizada uma investigação sobre a natureza da arma envolvida no tiroteio, já que armas pessoais não são permitidas na base.

Os acessos à base chegaram a ser fechados, mas já voltaram a ser liberados. 

As autoridades disseram que pelo menos 100 testemunhas estavam sendo entrevistadas sobre o incidente.

O governador do Hawaí, David Ige, disse que a Casa Branca ofereceu assistência após o tiroteio.

"Uno-me em solidariedade com o povo do Havaí enquanto expressamos nossa mágoa por esta tragédia e preocupação pelas pessoas afetadas pelo tiroteio", disse Ige, em comunicado.

Pelo Twitter, a senadora havaiana Mazie Hirono afirmou que "enquanto a investigação sobre esse incidente continua, meus pensamentos estão com as vítimas da terrível tragédia e com suas famílias".