Europa ‘não vê com bons olhos’ Conselho de Paz criado por Trump, aponta professor
Comissária da UE viaja para Washington para participar, como ‘observadora’, de conselho fundado para implementar cessar-fogo em Gaza
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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A comissária da União Europeia vai viajar para Washington, esta semana, para participar da reunião do Conselho da Paz, criado pelo presidente dos Estados Unidos. Segundo um porta-voz, a participação na reunião é precisamente no âmbito do compromisso de longa data com a implementação do cessar-fogo em Gaza, bem como a participação dos esforços internacionais de apoio à reconstrução e recuperação pós-guerra.
A Comissão Europeia afirmou que não vai se tornar membro do Conselho de Paz e que vai participar do encontro como observadora. Segundo Bruno Pasquarelli, doutor em ciência política e professor, o que se observa é que os países europeus, em geral, são contrários ao Conselho de Paz, e entram mais como observadores, e tentam exercer algum tipo de pressão dessa forma.
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Para ele, Estados Unidos e Israel assumem uma posição de cuidar da chamada “alta política”, nos debates sobre fronteiras, sobre segurança, a questão do ataque ao Irã, enquanto os países europeus ficariam relegados a um segundo plano da chamada “baixa política”, que seria treinar polícia, entrar, por exemplo, em escombros, outro tipo de ação.
“A gente não tem realmente uma Europa institucionalmente ligada ao Conselho de Paz. A gente tem alguns políticos fazendo alguns acenos, mas realmente não existe uma defesa propriamente dita do Conselho de Paz, porque a Europa não vê com bons olhos também toda essa atuação norte-americana no sentido de deslegitimar a Organização das Nações Unidas”, diz em entrevista ao Conexão Record News desta segunda-feira (16).
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