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Ex-diretora de Kirchner afirma que malas de dinheiro foram entregues à Presidência argentina

Miriam Quiroga trabalhou sete ano com o ex-presidente Néstor Kirchner na Casa Rosada

Internacional|Do R7, com agências internacionais

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A ex-diretora de Néstor Kirchner, ex-presidente da Argentina, Miriam Quiroga afirmou à imprensa do país na noite do último domingo (5) que quando trabalhava no governo malas de dinheiro foram entregues ao ex-líder por empresários. Durante uma entrevista ao programa Periodismo Para Todos, além de contar detalhes políticos e pessoais da atual presidente Cristina Kirchner, ela também lamentou pelo enriquecimento repentino de seus companheiros de trabalho, conforme publicou a jornal El Clarín, principal meio de comunicação contrário ao kirchnerismo.

Miriam Quiroga trabalhou com Néstor Kirchner por sete anos e nos últimos momentos da vida do ex-presidente, morto em 2010, foi considerada uma das pessoas mais próximas do líder acupando o cargo de diretora da área de comunicação presidencial. De acordo com as declarações da ex-diretora, o próprio Kirchner afirmou que seu poder foi construído com dinheiro. 


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As acuisações feitas por Quiroga aumentaram a suspeita de que a Presidência da Argentina esteve envolvida em um esquema de lavagem de dinheiro e troca de favores políticos. Ela relatou ainda que conhecia muito bem alguns dos empresários envolvidos nas movimentações finenceiras e citou Lázaro Báez e Cristóbal López como membros deste esquema. 

Na entrevista ao Periodismo Para Todos, Quiroga disse não ter visto o dinheiro em si, mas que testemunhou a entrega de "malas pretas" que continham tais valores. 


Quiroga trabalhou com os Kirchner desde a sua gestão como governador da província de Santa Cruz, mas foi demitida pela mulher do ex-presidente, Cristina Kirchnar, pouco tempo após a morte do líder. Como diretora de comunicação da Presidência, ela era responsável pelas correspondências da Casa Rosada. 

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