Ex-príncipe preso: Andrew era o ‘favorito da rainha’ e herói de guerra antes do escândalo sexual
Andrew foi preso nesta quinta-feira (19) sob suspeita de enviar documentos confidenciais do governo britânico a Jeffrey Epstein
Internacional|Do R7
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Descrito como o “filho favorito” da rainha Elizabeth 2ª, Andrew Mountbatten-Windsor foi visto durante anos como um playboy e um militar corajoso, antes de ter o nome envolvido no escândalo sexual do bilionário Jeffrey Epstein.
Nesta quinta-feira (19), o irmão mais novo do rei Charles 3º, foi preso sob suspeita de má conduta em função pública, acusado de ter enviado documentos confidenciais do governo britânico ao criminoso sexual Jeffrey Epstein.
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Nascido em 19 de fevereiro de 1960 no Palácio de Buckingham, ele é o terceiro filho de Elizabeth 2ª e do príncipe Philip, que tiveram o agora rei Charles 3º e a princesa Anne.
Andrew serviu na Marinha Real e, mais tarde, assumiu funções como representante comercial do Reino Unido no exterior.
Sua reputação como herói militar foi moldada pela sua participação na Guerra das Malvinas (1982) contra a Argentina, na qual ele lutou como piloto de helicóptero aos 22 anos de idade.
Perda de título da realeza britânica
Sua trajetória, no entanto, passou a ser marcada por controvérsias após sua amizade com Epstein vir à tona. O escândalo custou caro: Andrew perdeu títulos militares e reais, deixou de exercer funções oficiais e foi afastado da vida pública da família real. Além disso, ele teve que deixar a residência oficial que ocupava.
Embora possa ter sido o favorito da falecida Elizabeth 2ª entre seus quatro filhos, seu irmão mais velho, rei Charles 3º, procurou se distanciar dele à medida que a relação de Andrew com o criminoso sexual condenado Epstein veio à tona.
Investigação e prisão
Preso nesta quinta-feira (19), Andrew agora deve passar por interrogatório da polícia britânica. Segundo a BBC, o ex-príncipe deve ser mantido preso sem tratamentos especiais por, no máximo, 96 horas, o que depende de autorização de autoridades policiais e de um Tribunal de Magistrados.
A investigação foi aberta após a divulgação, pelo governo dos Estados Unidos, de novos arquivos ligados a Epstein. E-mails tornados públicos indicariam que Andrew compartilhou relatórios comerciais oficiais sobre países como Vietnã e Singapura durante uma viagem oficial em 2010, quando atuava como enviado comercial do Reino Unido.
Andrew sempre negou qualquer irregularidade em relação a Epstein e disse lamentar a amizade entre eles.
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