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Facilidade com que Maduro foi capturado sugere traição no interior do governo, diz professor

Trump admite interesse em petróleo; para Sidney Leite, transição democrática exige participação de atores venezuelanos

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A captura de Nicolás Maduro sugere traição dentro do governo venezuelano, segundo o professor Sidney Leite.
  • Donald Trump expressou interesse na indústria de petróleo da Venezuela, o que é visto como uma invasão imperialista pela mídia local.
  • Leite acredita que a tendência é a restauração da democracia na Venezuela, com a participação de atores políticos e sociais locais.
  • O professor questiona o futuro das Forças Armadas e se houve negociações sobre a transição de poder e a possível anistia a generais envolvidos em crimes.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A declaração do presidente Donald Trump sobre o interesse dos Estados Unidos na indústria petroleira da Venezuela reforça o discurso da mídia venezuelana, que descreve a ação deste sábado (3) como uma invasão imperialista, segundo o professor de relações internacionais Sidney Leite. No entanto, ele defende uma referência mais ampla em entrevista ao Hora News.

“O governo Trump apenas fez uma inserção, capturou, levou provavelmente o Maduro para os Estados Unidos para ser julgado segundo as leis americanas ou há um projeto mais amplo? Esse projeto mais amplo eu acho que não é, por exemplo, o que aconteceu em relação ao Iraque, ao Afeganistão, de uma ocupação norte-americana”, diz.


Nicolás Maduro será julgado por narcoterrorismo em Nova York, segundo os EUA Reprodução/Record News

Ele destaca o desgaste financeiro e político que uma ocupação duradoura no país da América do Sul teria. Para Leite, a tendência é a restauração da democracia na Venezuela.

Ainda assim, ele pontua que uma transição de regime só funcionaria com os atores políticos e sociais venezuelanos como protagonistas. O professor ressalta também a facilidade com a qual Nicolás Maduro teria sido capturado, “o que sugere algum tipo de conivência interna, algum tipo de traição no próprio interior do governo”.


“As Forças Armadas até agora se constituíram no sustentáculo do regime chavista. Para onde vão essas Forças Armadas? Já se fez algum tipo de negociação? São mais ou menos dois mil generais envolvidos em crimes, em violência, perseguição e tortura. Se negociou já uma transição em que estes militares serão anistiados? São perguntas que nós ainda não temos respostas”, pontua.

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