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Filho de Maduro o telefonou durante operação dos EUA na Venezuela: ‘Recusou a ligação’

Nicolasito contou que acionou o pai imediatamente quando percebeu o ataque; operação ocorreu na madrugada de 3 de janeiro

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Nicolasito, filho de Nicolás Maduro, informou ter ligado para o pai durante um ataque militar dos EUA na Venezuela.
  • Maduro rejeitou a ligação, levando Nicolasito a acreditar que o pai poderia estar em perigo.
  • O filho do presidente criticou a operação americana, considerando-a uma violação do direito internacional.
  • Segundo o Ministério do Interior da Venezuela, a operação resultou em pelo menos 100 mortes.

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Filho de Maduro é deputado da Assembleia Nacional da Venezuela Gaby Oraa/Reuters - 16.01.2026

O filho de Nicolás Maduro, conhecido como Nicolasito, revelou à imprensa que ligou para o pai quando percebeu que a Venezuela estava sob ataque na madrugada de 3 de janeiro. Em declaração, ele contou que Maduro rejeitou a ligação.

“Às 2h da manhã do dia 3 de janeiro, ouvimos a primeira explosão de um míssil. Em seguida, uma segunda explosão foi ouvida em Caracas. Imediatamente fiz ligações para entender a situação. Naquele momento, concluí que estávamos sob ataque. Liguei imediatamente para meu pai, o presidente. Ele viu minha ligação; eu sabia que ele tinha visto porque desligou o telefone imediatamente”, detalhou.


Nicolasito acrescentou que não conseguiram falar com o presidente nas primeiras horas. “Em algum momento da madrugada, chegamos a pensar que ele poderia ter se envolvido em algum incidente infeliz”, contou.

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Ao relembrar os primeiros momentos da operação militar norte-americana, Nicolás Maduro Guerra aproveitou para criticar a ação dos Estados Unidos.


“Isto é uma invasão militar. Todos os tratados internacionais foram desrespeitados e o direito internacional foi gravemente violado. Um chefe de Estado e sua esposa, que gozam de imunidade ao abrigo do direito internacional, foram sequestrados. Exigimos a sua libertação imediata e o seu retorno à pátria”, afirmou.

De acordo com o Ministério do Interior da Venezuela, a operação dos EUA causou pelo menos 100 mortes.

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