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Geniozinho de 15 anos tem doutorado em física quântica e quer criar super-humanos

Estudos com materiais raros apontam caminhos para aumentar saúde humana

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Laurent Simons, um prodígio belga de 15 anos, concluiu um doutorado em física quântica na Universidade de Antuérpia.
  • Sua pesquisa explora o comportamento de partículas em materiais super-resfriados, com aplicações potenciais na medicina.
  • Após o doutorado, ele iniciou um curso na área médica em Munique, focando na análise de dados do corpo humano com inteligência artificial.
  • Laurent sonha em melhorar a saúde e qualidade de vida das pessoas, embora reconheça os desafios éticos envolvidos em suas pesquisas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Laurent Simons, 15 anos, já é doutor em física quântica Reprodução/Instagram/laurent_simons

O belga Laurent Simons, com apenas 15 anos, já concluiu um doutorado em física quântica na Universidade de Antuérpia. A própria instituição confirma que ele defendeu o trabalho no dia 17 de novembro de 2025.

A imprensa do país diz que ele pode ser o mais jovem a conseguir isso na Bélgica, embora seja difícil comparar com outros lugares do mundo.


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O tema da pesquisa é complicado, mas a ideia central é entender como uma partícula “extra” se comporta dentro de um material muito frio e muito especial, que funciona quase como um cristal que também “flui”. Esse tipo de estudo ajuda cientistas a compreender melhor como a matéria se organiza quando chega a temperaturas próximas do zero absoluto.


Laurent usou métodos de cálculo para tentar prever o que acontece com essa partícula. O trabalho também sugere que a luz pode ser usada para “enxergar” esses movimentos, o que pode ajudar em experimentos feitos em laboratórios que trabalham com átomos super-resfriados.


Mas o sonho dele vai além da física. Laurent diz que quer ajudar as pessoas a viver mais e com mais saúde, por meio do avanço da medicina. O ritmo dele sempre foi acelerado. O jovem belga terminou o ensino médio com oito anos e um curso superior de três anos em apenas 18 meses. A família já recusou ofertas de empresas grandes, preferindo que ele siga com formação bem acompanhada.


Depois do doutorado, Laurent foi para Munique, na Alemanha, onde começou um segundo curso na área médica, usando inteligência artificial para analisar dados do corpo humano. A ideia é que essas ferramentas ajudem médicos a identificar doenças e pensar em novos tratamentos, sempre com muito cuidado e testes.

Mesmo que ele fale em “super-humanos”, o objetivo é mais pé no chão: melhorar a qualidade de vida das pessoas, não prometer imortalidade. Esse debate também envolve questões éticas importantes, como quem terá acesso a essas possíveis novidades no futuro.

Especialistas lembram que não existe um registro oficial mundial que diga quem é o “mais jovem doutor”. O que se sabe com certeza é o que está nos documentos da universidade e nos artigos científicos que ele publicou, incluindo um estudo na revista Physical Review X.

Enquanto isso, a área em que Laurent atua continua avançando, com novos experimentos que ajudam a confirmar — ou corrigir — as ideias teóricas. Ele aposta que, com a combinação entre física, medicina e inteligência artificial, será possível transformar esse conhecimento em benefícios reais para a saúde.

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