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Governo de Hong Kong anuncia diálogo com movimentos populares

Carrie Lam, chefe do governo, disse que irá convidar de 100 a 200 cidadãos para iniciar conversações oficiais e tentar dar fim a protestos

Internacional|Da EFE

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Protestos em Hong Kong já duram mais de 100 dias
Protestos em Hong Kong já duram mais de 100 dias

A chefe do governo de Hong Kong, Carrie Lam, anunciou nesta terça-feira (17) que na próxima semana serão iniciadas as rodadas de diálogo com os representantes de movimentos populares, para tentar resolver o conflito que já dura 100 dias, com manifestações a favor da democracia.

Lam explicou em entrevista coletiva que se reunirá com "entre 100 e 200" cidadãos para iniciar um programa oficial de conversações, em uma tentativa de estabelecer uma conexão com a população e encontrar uma saída para a crise política local.


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No último dia 4, quando anunciou a retirada do polêmico projeto de lei de extradição, que havia originado os protestos, a chefe de governo anunciou também a criação de uma plataforma com que seria possível ouvir as preocupações e reivindicações populares.

Manifestações estão longe de acabar


Os atos, no entanto, seguem longe de acabar e se intensificaram no fim de semana passado, com diversos atos de violência.

"Esta é uma plataforma de diálogo aberta, em que convidaremos pessoas de todas as classes, que venham a expressar seus pontos de vista", explicou.


"Os problemas vão muito além do projeto de lei, por isso, é importante que o governo envolva a comunidade, para compreender melhor esses problemas", completou Lam.

A chefe do executivo destacou que os principais problemas que os cidadãos de Hong Kong têm apresentado dizem respeito a habitação, escassez de terra, falta de diversidade e inclusão na economia local.

EM FOTOS: Protestos em Hong Kong têm barricadas, molotovs e repressão

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