‘Grande problema vai ser a China’, diz especialista sobre novo tratado nuclear
Segundo professor, EUA e Rússia estão fazendo concessões em prol de um controle maior de armas, mas será difícil incluir Pequim no pacto
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Os governos dos Estados Unidos e da Rússia estabeleceram algumas condições para firmar um novo tratado nuclear. Washington pediu a inclusão da China em novas discussões. Segundo o subsecretário de Estado para o Controle de Armas, o arsenal nuclear chinês não tem limites, transparência, declarações ou controles.
O norte-americano disse que uma nova arquitetura exige as ameaças de hoje e não as de uma era passada. O subsecretário insistiu que a próxima era do controle de armas pode e deve continuar com um foco claro, mas exigirá a participação de mais países além da Rússia na mesa de negociações.

Enquanto isso, Moscou não descartou participar das negociações, mas condicionou a participação ao envolvimento da França e do Reino Unido. Igor Lucena, economista e doutor em relações internacionais, aponta que, “tanto Estados Unidos, quanto Rússia, têm, sim, lugar e posição positiva nessas demandas e também é positiva a entrada desses três países”.
Segundo ele, os dois lados, Rússia e Estados Unidos, têm interesses, e estão fazendo concessões e proposições em prol de um controle maior de armas.
“Eu acho que o grande problema disso vai ser a China. Acho que nem mesmo os russos vão conseguir fazer com que a China se comprometa a abrir o seu arsenal nuclear, apesar dos russos já estarem fazendo isso”, diz Lucena em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (6).
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