Hassan Khomeini é tido como voz ‘moderada e reformista’ para sucessão no Irã, diz analista
Após morte do aiatolá Khamenei, neto de Khomeini ganha evidência; especialista Lier Ferreira analisa perfil
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Um dos netos do falecido aiatolá fundador da República Islâmica do Irã, Ruhollah Khomeini, deve ganhar popularidade nas deliberações dos clérigos que vão decidir quem substituirá Ali Khamenei como líder supremo no país, já que ele é visto como relativamente moderado dentro do clero iraniano.
Apesar de nunca ter ocupado um cargo político, Hassan Khomeini, de 53 anos, vem desempenhando um papel simbólico na vida pública como zelador do mausoléu do avô, no sul de Teerã.
Além da movimentação política, o Irã informou que as investigações sobre a morte do aiatolá Ali Khamenei estão a todo vapor, por meio de um comunicado da Guarda Revolucionária: “Quem matou o líder [...] não estará seguro nem mesmo em casa”.
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Em entrevista ao Conexão Record News, o pesquisador do núcleo de estudos dos países Brics Lier Ferreira argumentou que, em um contexto de guerras assimétricas, grupos e células extremistas, apoiadas diretamente ou não pelo Irã em diferentes partes do mundo, poderão gerar ações de martirização do governante.
“A gente tem aí uma perspectiva interessante porque a morte do Ali Khamenei também tem colocado em evidência o neto do aiátola Ruhollah Khomeini, que é o Hassan Khomeini, considerado uma voz importante na recomposição do regime islâmico, como uma voz mais reformista [...] O que a gente espera é que, de fato, o Irã possa se reorganizar de forma pacífica, se reorganizar internamente sem um banho de sangue”, enfatizou o especialista.
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