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Homem que congelou corpo da esposa falecida é criticado ao encontrar novo amor

Repercussão cresce nas redes após revelação de que ele vive com nova mulher enquanto mantém esperança de futuro reencontro

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Gui Junmin, chinês de 57 anos, mantém o corpo da esposa congelado na esperança de ressuscitá-la algum dia.
  • Ele foi criticado nas redes sociais por ter encontrado uma nova companheira, Wang Chun-sha, enquanto mantém a expectativa de reencontro com a falecida.
  • Junmin descreve que ainda tem objetos da esposa espalhados pela casa e afirma que não pode substituí-la emocionalmente.
  • A situação gerou debates sobre sua postura, levando críticas que o acusam de "poligamia emocional" e questionando sua devoção à esposa congelada.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Gui Junmin janta com sua nova esposa Arquivo pessoal/Gui Junmin

O chinês Gui Junmin, de 57 anos, decidiu preservar o corpo da esposa em criogenia na expectativa de, um dia, a medicina conseguir ressuscitá-la.

No entanto, ele está sendo criticado em seu país, não por querer se reencontrar com a mulher, mas por ter encontrado um novo amor.


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Em 2017, desesperado após a morte de Zhan Wenlian por câncer, Junmin autorizou o congelamento do corpo da esposa. A mulher se tornou a primeira pessoa do país a passar por um processo completo de criopreservação humana. Seu corpo segue armazenado a -196 °C no Instituto de Pesquisa em Ciências da Vida Shandong Yinfeng, em um tanque identificado como “Container nº 1”.


Segundo a instituição, fundada em 2015, sua estrutura celular permanece “estável”, embora ela seja oficialmente declarada morta. Junmin voltou a visitar o local em setembro de 2025.


O instituto conduz um programa experimental em parceria com o Hospital Chiru da Universidade de Shandong, oferecendo criopreservação gratuita a voluntários iniciais.


Ao saber do diagnóstico incurável da esposa, em abril de 2017, Junmin afirmou ter tomado a decisão movido pela dor e por um sentimento de esperança quase fantasiosa. “Quando ela se foi, meu mundo desabou”, disse à imprensa.

A comoção inicial em torno do caso deu lugar, recentemente, a um debate público sobre a vida afetiva do viúvo. Em novembro de 2025, veículos chineses revelaram que Junmin vive com a nova namorada, Wang Chun-sha, desde 2020.

Ele explicou que permaneceu sozinho por dois anos, mas enfrentou problemas de saúde graves, incluindo um ataque severo de gota que o deixou imobilizado e sozinho em casa até ser resgatado por parentes.

Junmin conheceu Chun-sha por meio de um conhecido e descreveu a personalidade dela como gentil e atenciosa, semelhante à da falecida esposa. Ainda assim, mantém fotos e objetos de Wenlian espalhados pela casa, afirmando que a companheira atual não ocupa o mesmo espaço emocional.

“Ela não entrou na minha mente ainda. Tenho responsabilidade por ela, mas é complicado. Ela nunca poderá substituir minha esposa”, declarou.

A fala, considerada insensível por muitos usuários de redes sociais chinesas, inflamou as críticas. Comentários ironizaram sua postura, classificando-a como “poligamia emocional” e questionando seus motivos para iniciar uma nova relação. Outros destacaram que sua suposta devoção à esposa congelada não justificaria tratar a parceira atual com distanciamento.

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