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Irã divulga mapa com minas marítimas e ‘zona de perigo’ no estreito de Ormuz

Imagem não deixa claro se a Guarda Revolucionária desativou as minas após o cessar-fogo de terça-feira (7)

Internacional|Do R7, com Estadão Conteúdo e Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Irã divulgou um gráfico mostrando áreas com minas marinhas no estreito de Ormuz.
  • A imagem marca uma "zona de perigo" e sugere desvio de rotas para os navios.
  • Não está claro se as minas foram desativadas após o cessar-fogo em 7 de abril.
  • O tráfego no estreito caiu drasticamente durante a guerra, com apenas alguns navios navegando recentemente.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Dois barcos pequenos em movimento no estreito de Ormuz deixando rastros de espuma, com navios maiores atracados em um porto ao fundo e uma encosta rochosa e árida atrás das estruturas portuárias
Gráfico sugere que os navios viajem mais ao norte, próximos da costa iraniana Reprodução/Record News

Agências de notícias semioficiais do Irã publicaram, nesta quinta-feira (9), um gráfico que sugere que a Guarda Revolucionária do Irã (IRGC, na sigla em inglês) colocou minas marítimas no estreito de Ormuz durante a guerra.

A imagem mostra um grande círculo marcado como “zona de perigo” sobre o Esquema de Separação de Trânsito, que é a rota que os navios usam para cruzar a passagem.


O gráfico sugere que os navios viajem mais ao norte, próximos da costa iraniana. Algumas embarcações foram observadas nesse trajeto durante a guerra.

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A imagem traz as datas de 28 de fevereiro até 9 de abril e não deixa claro se a Guarda Revolucionária desativou as minas após o cessar-fogo, anunciado na terça-feira (7).


Tráfego praticamente parado

Segundo dados de rastreamento de navios, apenas um navio-tanque de produtos petrolíferos e cinco graneleiros navegaram pelo estreito de Ormuz nas últimas 24 horas, o primeiro dia do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã.

O tráfego pelo estreito vital permaneceu praticamente parado, com pouco movimento desde o início da guerra de EUA e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro, e com uma média de algumas embarcações por dia, de acordo com dados de Kpler, Lloyd’s List Intelligence e Signal Ocean.


Isso se compara a uma média de 140 navios que navegavam diariamente pelo estreito antes de 28 de fevereiro, segundo estimativas do mercado.

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