Irã divulga mapa com minas marítimas e ‘zona de perigo’ no estreito de Ormuz
Imagem não deixa claro se a Guarda Revolucionária desativou as minas após o cessar-fogo de terça-feira (7)
Internacional|Do R7, com Estadão Conteúdo e Reuters
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Agências de notícias semioficiais do Irã publicaram, nesta quinta-feira (9), um gráfico que sugere que a Guarda Revolucionária do Irã (IRGC, na sigla em inglês) colocou minas marítimas no estreito de Ormuz durante a guerra.
A imagem mostra um grande círculo marcado como “zona de perigo” sobre o Esquema de Separação de Trânsito, que é a rota que os navios usam para cruzar a passagem.
O gráfico sugere que os navios viajem mais ao norte, próximos da costa iraniana. Algumas embarcações foram observadas nesse trajeto durante a guerra.
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A imagem traz as datas de 28 de fevereiro até 9 de abril e não deixa claro se a Guarda Revolucionária desativou as minas após o cessar-fogo, anunciado na terça-feira (7).
Tráfego praticamente parado
Segundo dados de rastreamento de navios, apenas um navio-tanque de produtos petrolíferos e cinco graneleiros navegaram pelo estreito de Ormuz nas últimas 24 horas, o primeiro dia do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã.
O tráfego pelo estreito vital permaneceu praticamente parado, com pouco movimento desde o início da guerra de EUA e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro, e com uma média de algumas embarcações por dia, de acordo com dados de Kpler, Lloyd’s List Intelligence e Signal Ocean.
Isso se compara a uma média de 140 navios que navegavam diariamente pelo estreito antes de 28 de fevereiro, segundo estimativas do mercado.
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