Israel anuncia morte de comandante do Hezbollah no Líbano e de chefe de engenharia do Exército do Irã
Mortos em ataques israelenses nesta quarta-feira (1º) seriam Hajj Yusuf Ismail Hashem e Mahdi Vafaei, respectivamente
Internacional|Do R7, com Reuters
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A IDF (Forças de Defesa de Israel, na sigla em inglês) anunciou, nesta quarta-feira (1º), que matou Mahdi Vafaei, chefe do Departamento de Engenharia do exército iraniano, e Hajj Yusuf Ismail Hashem, comandante da Frente Sul do Hezbollah.
De acordo com a IDF, Vafaei era chefe do Departamento de Engenharia do Corpo Quds do Líbano, na região de Mahallat, no Irã, e teria liderado projetos de túneis no Líbano e na Síria, “estabelecendo e gerenciando infraestruturas terroristas subterrâneas para o Hezbollah e o regime de Assad”.
A Força Quds é uma unidade de elite militar iraniana encarregada de operações no exterior. Até o momento, o governo do Irã não confirmou a morte do militar.
Já Hashem, segundo a IDF, era comandante da Frente Sul do Hezbollah, e foi eliminado pela Marinha israelense em um ataque em Beirute.
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As Forças de Defesa de Israel afirmam que Hashem era um “comandante sênior com mais de 40 anos de experiência e figura central no Hezbollah, liderando sua reestruturação e comandando ataques contra Israel”.
Ainda de acordo com a IDF, Hashem era responsável pelas unidades “Nassar, Aziz e Badr”, que atuam no combate no sul do Líbano e no lançamento de foguetes contra Israel.
Fim do conflito
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu secretário de Estado, Marco Rubio, disseram que o fim da guerra contra o Irã pode estar próximo, sinalizando a possibilidade de conversações diretas com a liderança de Teerã e o fim do conflito mesmo sem um acordo.
“Partiremos muito em breve”, disse Trump aos repórteres na terça-feira (31), afirmando que isso poderia ocorrer “dentro de duas semanas, talvez duas semanas, talvez três”.
“O Irã não precisa fazer um acordo, não”, disse ele, quando perguntado se uma diplomacia bem-sucedida era um pré-requisito para que os EUA encerrassem o que chamam de “Operação Fúria Épica”.
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