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Israel bombardeia infraestruturas do grupo terrorista Hezbollah, no Líbano

Ofensiva do Exército israelense acontece nos subúrbios ao sul da cidade de Beirute

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Israel intensifica ataques ao Hezbollah nos subúrbios ao sul de Beirute.
  • Pelo menos um prédio de apartamentos no centro de Beirute foi atingido.
  • Ofensivas têm como motivo retaliação ao fogo aberto pelo Hezbollah em março.
  • Mais de 600 mortos e 800 mil deslocados no Líbano devido aos ataques israelenses.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Um ataque israelense aos subúrbios do sul de Beirute, na sequência de uma escalada de tensões entre o Hezbollah e Israel em meio à pressão dos EUA
Ataque israelense em Beirute visa redutos do Hezbollah, em Beirute Mohamed Azakir/Reuters - 11.03.2026

O Exército de Israel lançou, nesta quarta-feira (11), uma nova ofensiva contra o grupo terrorista Hezbollah. Os ataques aéreos se concentram nos subúrbios ao sul de Beirute, capital do Líbano.

Mais cedo, um ataque israelense atingiu um prédio de apartamentos no centro de Beirute, informaram as autoridades libanesas, ampliando ainda mais os ataques israelenses na capital para além dos subúrbios do sul controlados pelo Hezbollah, onde o intenso bombardeio continuou.


Israel lançou uma ofensiva contra o Hezbollah, apoiado pelo Irã, depois que o grupo abriu fogo em 2 de março para vingar a morte do líder supremo do Irã no início da guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Ataques israelenses mataram mais de 600 pessoas no Líbano e deslocaram outras 800 mil, segundo as autoridades libanesas.


Irã ameaça fornecimento de petróleo

O comando militar do Irã disse, nesta quarta, quando mais três navios mercantes foram atacados no Golfo Pérsico, que o mundo deve estar preparado para o petróleo atingir US$ 200 (cerca de R$ 1.032 na cotação atual) por barril.

O Irã disparou contra Israel e alvos em todo o Oriente Médio nesta quarta, demonstrando que ainda pode revidar e interromper o fornecimento de energia, apesar do que o Pentágono descreveu como os ataques mais intensos dos EUA e de Israel até o momento.


Os preços do petróleo, que dispararam no início desta semana, diminuíram, e os mercados de ações se recuperaram, com investidores apostando, por enquanto, que o presidente dos EUA, Donald Trump, encontrará uma maneira rápida de encerrar a guerra a que deu início ao lado de Israel há quase duas semanas.

No entanto, até o momento, não houve nenhuma trégua em terra, nem qualquer sinal de que navios já podem navegar com segurança pelo Estreito de Ormuz, por onde normalmente trafega 20% do petróleo do mundo, na pior interrupção do fornecimento de energia desde os choques do petróleo da década de 1970.


“Prepare-se para que o petróleo chegue a US$ 200 o barril porque o preço do petróleo depende da segurança regional que vocês desestabilizaram”, disse Ebrahim Zolfaqari, porta-voz do comando militar do Irã, em comentários dirigidos aos Estados Unidos.

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