Japão estuda retomar produção de energia nuclear após crise causada por guerra no Oriente Médio
Preço dos combustíveis subiu e começou a afetar o abastecimento de energia na Ásia; países da região tomam medidas de emergência
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Após o início do conflito no Irã, o preço dos combustíveis subiu e começou a afetar o abastecimento de energia na Ásia. Em alguns países, governos tomaram medidas de emergência. A Coreia do Sul anunciou um teto para o preço dos combustíveis nas bombas. O reajuste deve ser subsidiado pelo governo, enquanto o país busca novas fontes de energia.
No Paquistão, o governo decidiu fechar escolas temporariamente e adotar medidas para economizar combustível. Empresas devem adotar o trabalho remoto e o ensino superior terá aulas online, anunciou o primeiro-ministro. Especialistas alertam que o conflito pode testar a capacidade dos países em manter a economia, mesmo com ameaças ao abastecimento energético.

No Japão, a crise reacendeu um debate sensível. 15 anos depois de Fukushima, um reator nuclear voltou a gerar eletricidade para a rede nacional. O equipamento fica na usina de Kashiwazaki-Kariwa, a maior central nuclear do mundo.
A decisão remete à tragédia de março de 2011, quando um terremoto seguido de tsunami provocou o pior acidente nuclear desde Chernobyl. Três reatores da usina de Fukushima derreteram e cerca de 150 mil pessoas tiveram que deixar as casas.
Depois do acidente, o país desligou todos os reatores nucleares e passou a depender mais de petróleo e gás importados. Agora o país volta a discutir o papel das usinas nucleares na matriz energética japonesa.
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