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Jardineiro morre eletrocutado após cortar fio enquanto podava cerca-viva

Viúva do trabalhador diz que vai processar empresa que presta serviços públicos no Reino Unido

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um jardineiro de 35 anos morreu eletrocutado ao cortar um fio escondido enquanto podava cercas-vivas no Reino Unido.
  • A tragédia ocorreu em 3 de outubro de 2022, perto de uma subestação de energia com placas de sinalização cobertas por vegetação.
  • A viúva, Tina Liu Campbell, pretende processar a empresa SP Energy Works por negligência na sinalização e segurança do local.
  • A empresa tem 28 dias para responder à notificação de seus advogados, ou o processo pode se estender por mais 12 meses.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Blair Campbell morreu eletrocutado enquanto podava cercas-vivas Reprodução/Facebook/Tina Liu Campbell

Um jardineiro de 35 anos morreu eletrocutado após cortar um fio que estava escondido enquanto podava cercas-vivas no Reino Unido. A tragédia ocorreu no dia 3 de outubro de 2022.

Segundo o inquérito, Blair Campbell trabalhava próximo à uma subestação de energia quando sofreu a descarga elétrica.


As placas de sinalização da área estavam cobertas por vegetação, o que levou Campbell a não perceber que estava em um local de risco, e posteriormente, ao acidente.

Antes da morte do jardineiro, que deixou esposa e dois filhos, foram efetuados diversos pedidos para remover a vegetação das placas, mas nada foi feito.


Tina Liu Campbell, viúva de Campbell, prometeu processar a empresa SP Energy Works, subsidiária da empresa Scottish Power, que administra a subestação onde o marido morreu.

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Tina relatou que ainda está esperando um pedido de desculpas e irá processar a empresa para receber compensação pela morte de seu marido.


“Não havia muito que pudéssemos fazer antes do inquérito. Por causa da complexidade do caso e do envolvimento da HSE e da polícia, as coisas atrasaram e tivemos que esperar dois anos pelo inquérito”, disse Tina em entrevista ao jornal britânico The Sun.

A empresa Scottish Power recebeu uma notificação dos advogados de Tina e possui 28 dias para responder, caso o contrário, o caso pode se estender por mais 12 meses.


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