Jeffrey Epstein: de onde vem a fortuna do empresário e como ele se tornou tão influente
Criminoso sexual morreu com patrimônio estimado em cerca de US$ 578 milhões (cerca de R$ 3 bilhões)
Internacional|Do R7
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Com grandes investimentos, imóveis de luxo e propriedades no Caribe, o criminoso sexual Jeffrey Epstein morreu com um patrimônio estimado em US$ 578 milhões (cerca de R$ 3 bilhões na cotação atual).
Sua trajetória no mercado financeiro começou ainda jovem, como consultor privado. Foi graças ao trabalho que conheceu empresários e executivos influentes dos Estados Unidos. Antes disso, trabalhava como professor de física e matemática.
LEIA MAIS
Ao longo dos anos, Epstein construiu um portfólio como especialista em estratégias de investimento e gestão de fortunas. Segundo a revista Forbes, ele se considerava um dos pioneiros em investimentos baseados em derivativos e opções.
Entre as conexões criadas pelo criminoso estavam dois nomes importantes para o seu patrimônio milionário: Leslie Wexner, fundador da Victoria’s Secret, e Leon Black, criador da Apollo Global Management. Esses clientes responderam por grande parte das taxas recebidas por Epstein.
Outro elemento fundamental para o crescimento de sua fortuna foi a mudança de residência para as Ilhas Virgens Americanas nos anos 1990. Foi no Caribe que o nova-iorquino estruturou sua empresa de consultoria financeira, que se beneficiou das regras fiscais locais. Combinando taxas milionárias e vantagens tributárias, Jeffrey teria reduzido o pagamento de impostos ao longo dos anos.
Já a influência nos Estados Unidos surgiu graças aos seus contatos no meio financeiro. Epstein cultivou amizade com figuras da política, entretenimento e do mundo corporativo. Ele promovia encontros em suas propriedades e fazia doações a instituições acadêmicas renomadas, aumentando sua rede de contatos e presença em eventos importantes.
Tráfico sexual
Após diversas investigações, Epstein foi detido em 2019, acusado de tráfico sexual de menores de idade. De acordo com as autoridades dos EUA, durante os anos 2000, ele criou e comandou uma rede de tráfico que consistia em pagar jovens por atos sexuais.
As vítimas também eram convencidas a trabalharem como “recrutadoras” para o empresário, levando outras menores aos imóveis luxuosos. Acredita-se que ele tenha abusado de mais de 250 meninas. Um mês após começar a cumprir a pena, o criminoso cometeu suicídio dentro da prisão.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp












