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Jordânia acusa Estado Islâmico de matar 100 mil muçulmanos

Rei Abdullah 2º disse que grupo promove "guerra dentro do Islã"

Internacional|Ansa

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O grupo radical Estado Islâmico ficou conhecido por suas atrocidades
O grupo radical Estado Islâmico ficou conhecido por suas atrocidades

O rei jordaniano Abdullah 2º disse que o grupo extremista Estado Islâmico (EI, ex-Isis) matou cem mil muçulmanos nos últimos dois anos e instaurou uma "guerra dentro do Islã". 

A declaração do monarca foi dada ontem (17), em um coletiva de imprensa em Pristina, no Kosovo, mas reproduzida hoje pela mídia internacional.


Sem especificar sua fonte de cálculo, o rei disse que a considerada "Terceira Guerra Mundial" pelo Ocidente deve "unir" as pessoas na luta contra o terrorismo.

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"Estamos diante de uma Terceira Guerra Mundial contra a humanidade, e isso nos une", disse o rei.


"Por isso, devemos atuar rapidamente e com um enfoque global para responder às ameaças interconectadas que podem ocorrer na África, Ásia ou Europa", destacou.

A Jordânia é um dos principais aliados do Ocidente e integra a coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos que, desde setembro de 2014, bombardeia alvos terroristas do EI na Síria.


O país se revoltou com a morte do piloto jordaniano Moaz al-Kasasbeh, que foi pego pelo EI, e atacou unilateralmente, no ano passado, alvos do grupo.

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