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Jovem austríaca se junta ao Estado Islâmico e deixa apenas um bilhete para os pais: "Vou morrer por Alá"

Familiares disseram que a adolescente de 15 anos se arrependeu e quer voltar para seu país

Internacional|Do R7

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Samra (à esq.) e Sabina (à dir.) deixaram um bilhete aos pais dizendo que estavam dispostas a morrer por Alá
Samra (à esq.) e Sabina (à dir.) deixaram um bilhete aos pais dizendo que estavam dispostas a morrer por Alá

Uma jovem austríaca deixou sua família e seu país para se juntar aos radicais do grupo EI (Estado Islâmico). Há seis meses, ela foi para a Síria deixando apenas um bilhete para os pais: "morrer por Alá".

Em entrevista a uma revista francesa, Sabina Selimovic, de 15 anos, disse que estava "realmente livre" com o grupo.


A adolescente afirmou que a rotina em Raqqa, reduto dominado pelo grupo na Síria, é boa, e que a comida é parecida com a da Áustria.

"Aqui podemos comer ketchup, Nutella e sucrilhos", diz.


Agentes antiterroristas do governo austríaco acreditam que a entrevista dada por Sabina, que agora é casada com um lutador jihadista, provavelmente, foi realizada com uma arma, para que a menina se mostre contente e satisfeita.

Semanas atrás, os amigos e familiares da adolescente disseram que ela havia comentado nas redes sociais que se arrependeu de deixar Viena, na Áustria, para ir para a Síria e que queria voltar ao seu país.


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Sabina e sua amiga Samra Kesinovic, de 17 anos, deixaram a capital austríaca em abril deste ano. Elas são de origem bósnia e se refugiaram na Áustria depois da década de 1990. Nascidas na Áustria, acredita-se que elas tenham se radicalizado em uma mesquita local.

A afirmação de que Sabina queria voltar para seu país teria enfurecido os líderes do grupo radical, que estão travando uma verdadeira guerra nas propagandas para atrair novos recrutas ocidentais. Os agentes austríacos acreditam que ela foi obrigada a dar a entrevista para repudiar publicamente o que ela teria dito.

Falando através de um celular, Sabina negou que estava grávida e insistiu que aproveitava a vida na Síria, onde se sentia livre para praticar sua religião de uma maneira diferente, como nunca fez na Áustria. Ela disse que seu marido era um soldado e que foi autorizada por ele a conceder a entrevista. 

Acredita-se que Sabina e Samra dividiam um apartamento com seus novos maridos, com quem casaram logo que chegaram à Síria. 

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