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Juíza britânica rejeita pedido de liberdade condicional para Assange

A magistrada afirmou não existir razão para duvidar da eficácia das medidas adotadas pelo presídio de Belmarsh para combater o coronavírus

Internacional|Da EFE

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Juíza Vanessa Baraitser acredita que Assange não seja preso vulnerável
Juíza Vanessa Baraitser acredita que Assange não seja preso vulnerável

A juíza Vanessa Baraitser, da corte de magistrados de Westminster, no Reino Unido, rejeitou nesta quarta-feira (25) o pedido de liberdade condicional para o ativista Julian Assange, que está preso em uma penitenciária de Londres.

A defesa do australiano solicitou que, diante do estado frágil de saúde do cliente, existe risco de morte em caso de infecção pelo novo coronavírus no presídio de Belmarsh.


O pedido da libertação acontece no meio da segunda fase do julgamento do pedido de extradição feito pelos Estados Unidos, que está marcado para acontecer em maio, e foi feito após o governo britânico indicar a possibilidade de soltar presos de baixa periculosidade, para reduzir o contágio em locais de detenção.

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Na decisão sobre Assange, a juíza afirmou não existir razão para duvidar da eficácia das medidas adotadas pelo presídio de Belmarsh para combater a propagação do coronavírus, e que o ativista não é o único preso vulnerável.


O promotor Clair Dobbin, em representação feita pela justiça dos EUA, havia argumentado que existia risco de fuga, por isso, não seria indicado aceitar o pedido de libertação de Assange.

Assange, teve prisão decretada em 2010 no Reino Unido a pedido da Suécia, sob a acusação de crime sexual - que já está arquivado -. Ele passou os últimos dez anos confinado, primeiro em prisão domiciliar e depois na embaixada do Equador em Londres, até o governo sul-americano retirar o status dele de refugiado, em 2019.

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