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Kremlin diz que Putin concordou em suspender ataques a Kiev até 1º de fevereiro

Cessar-fogo foi um pedido pessoal de Trump a fim de criar ‘condições favoráveis’ para as negociações de paz

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Putin concordou em suspender ataques a Kiev até 1º de fevereiro a pedido de Trump.
  • A suspensão visa criar "condições favoráveis" para negociações de paz.
  • O porta-voz do Kremlin confirmou o pedido de Trump, mas não mencionou o clima como fator.
  • Kiev retribuirá se Moscou desistir de ataques à infraestrutura energética ucraniana.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Vladimir Putin concordou com o pedido de Donald Trump para suspender os ataques a Kiev Kevin Lamarque/Reuters - 15.08.2025

O Kremlin informou nesta sexta-feira (30) que o presidente russo, Vladimir Putin, concordou com um pedido pessoal do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para suspender os ataques a Kiev até 1º de fevereiro, a fim de criar “condições favoráveis” para as negociações de paz.

Trump disse na quinta-feira (29) que Putin concordou em se abster de disparar contra Kiev e outras cidades ucranianas por uma semana devido ao tempo frio, mas não disse quando esse período expiraria.


O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, respondendo às perguntas dos repórteres na sexta-feira, não citou o clima como um fator.

“O presidente Trump realmente fez um pedido pessoal ao presidente Putin para se abster de atacar Kiev na semana até 1º de fevereiro, a fim de criar condições favoráveis para as negociações”, afirmou ele.


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Questionado a confirmar que Putin havia concordado, ele disse: “Sim, claro, houve um pedido pessoal do presidente Trump”.

Não ficou claro se Peskov estava usando “Kiev” para se referir apenas à capital, onde centenas de apartamentos ficaram sem aquecimento e energia após os ataques russos durante a guerra na Ucrânia, ou para denotar todo o país.


Kiev afirmou que retribuirá se Moscou, que enviou dezenas de milhares de soldados para a Ucrânia em fevereiro de 2022, renunciar aos ataques à infraestrutura energética ucraniana.

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