Ladrão devolve instrumentos musicais furtados e diz que ‘estava bêbado’
Suspeito deixou bandolins avaliados em US$ 9.000 junto com bilhete e chocolate na porta da loja onde crime ocorreu
Internacional|Do R7
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Dois bandolins antigos, avaliados em US$ 9.000 (cerca de R$ 49 mil), foram furtados de uma tradicional loja de instrumentos, em Teaneck, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, mas acabaram devolvidos dias depois, acompanhados de um bilhete escrito à mão e até barras de chocolate.
O furto ocorreu na loja Lark Street Music, que desde os anos 1990 vende e faz manutenção de guitarras e outros instrumentos.
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O proprietário, Bernard “Buzzy” Levine, contou que estava no computador quando um homem entrou na loja. Ele afirma que não desconfiou de nada até notar, minutos depois, dois espaços vazios na parede onde ficavam os bandolins.
As câmeras de segurança registraram toda a ação. Nas imagens, o suspeito aparece retirando um dos instrumentos da parede e escondendo-o dentro de um longo casaco. Em seguida, repete o gesto com outro mandolim e sai tranquilamente do local. Levine procurou a polícia e também decidiu divulgar o vídeo em sua página no Facebook.
A publicação viralizou rapidamente e chamou a atenção de moradores e clientes. O dono da loja acredita que a grande repercussão pode ter pressionado o autor do furto. Dias depois, as mesmas câmeras registraram o momento em que alguém deixou duas sacolas na porta do estabelecimento, com as cabeças dos instrumentos à mostra.
Dentro das embalagens estavam os bandolins, um deles com pequeno dano , além de chocolates e um bilhete com a mensagem: “Desculpe, eu estava bêbado. Feliz Natal. Você é um homem bom”. Levine disse compreender a tentativa de reparação e afirmou que também tentaria consertar a situação se estivesse do outro lado.
Apesar da devolução, o responsável não foi localizado. O comerciante chegou a correr atrás do homem que deixou as sacolas, mas ele já havia se afastado pela rua. Os instrumentos agora estão sob custódia da polícia até o fim das apurações.
As autoridades confirmaram que a investigação continua e não há prisões até o momento. Mesmo assim, Levine se disse aliviado por recuperar as peças raras, já que, em décadas de atividade, quase nunca havia enfrentado um episódio semelhante.
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