Líder da KKK ameaça queimar jornalista latina afrodescendente e a chama de "negra"
Expressão utilizada por Barker é considerada racismo nos Estados Unidos
Internacional|Do R7

O líder da KKK (Ku Klux Klan), Chris Barker, ameaçou queimar uma jornalista latina afrodescendente e a chamou de "negra" durante uma entrevista da emissora de televisão americana Univision. A expressão é considerada racista nos Estados Unidos.
A entrevista aconteceu após Ilia Calderón, nascida na Colômbia, ter feito a cobertura de uma marcha da KKK na qual os membros desfilaram com os tradicionais capuzes brancos.
Logo nos primeiros minutos de conversa, na casa de Barker, ele imediatamente perguntou porque Ilia não "volta" para o país de origem dela. Ilia é imigrante nos Estados Unidos.
— Nós não temos nada aqui nos Estados Unidos e vocês continuam vindo para cá. Mas como Deus diz, nós vamos expulsar vocês daqui.
Alguns minutos depois, Barker interrompeu a jornalista e corrigiu o que ele mesmo havia dito.
— Não, nós vamos queimar todos vocês.
Quando a jornalista perguntou como ele faria isso, Barker fez uma clara referência ao extermínio de judeus feito pelo exército nazista.
— Nós matamos 6 milhões de judeus da última vez. 11 milhões não é nada.
O líder da KKK foi uma das pessoas que esteve presente na vigília contra negros, gays e judeus realizada no último final de semana em Charlottesville, nos Estados Unidos.
O caos tomou conta das ruas de Charlottesville, nos Estados Unidos, neste final de semana após grupos de supremacia branca se reunirem em uma vigília contra homossexuais, negros, imigrantes e judeus. O movimento reuniu várias correntes da extrema-direi...
O caos tomou conta das ruas de Charlottesville, nos Estados Unidos, neste final de semana após grupos de supremacia branca se reunirem em uma vigília contra homossexuais, negros, imigrantes e judeus. O movimento reuniu várias correntes da extrema-direita e ainda gerou conflitos com manifestantes antifascistas, resultando na morte de três pessoas e deixando dezenas de feridos. Conheça alguns dos grupos extremistas que participaram das manifestações






















