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Líderes europeus criticam decisão dos EUA de flexibilizar sanções contra petróleo russo

Medida do governo americano tenta aliviar a pressão sobre os preços provocada pela guerra com o Irã

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Líderes europeus, incluindo Friedrich Merz, Emmanuel Macron e Volodymyr Zelensky, criticaram a flexibilização das sanções dos EUA contra o petróleo russo.
  • Merz afirmou que a decisão foi "errada" e alertou sobre os lucros do Kremlin com a guerra.
  • Zelensky destacou que essa concessão pode fornecer até US$ 10 bilhões à Rússia, dificultando a paz na Ucrânia.
  • Macron reafirmou a postura da França contra a reconsideração das sanções, mesmo com o aumento dos preços do petróleo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A imagem mostra um navio cargueiro grande, de casco escuro e superestrutura branca, próximo a um porto. A água é tranquila e o céu está nublado. Na parte inferior da imagem, há diversos barcos menores e estruturas portuárias cobertas por neve. Vegetação seca e galhos finos ocupam parte do primeiro plano, sugerindo clima frio. Ao fundo, a visão se estende até o horizonte, onde o mar encontra o céu cinzento.
Presidente do Conselho Europeu, António Costa, classificou como “muito preocupante” a decisão Reprodução/Record News

O primeiro-ministro alemão, Friedrich Merz, o presidente francês, Emmanuel Macron, e o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, criticaram, nesta sexta-feira (13), a decisão dos EUA de flexibilizar as sanções contra a Rússia, permitindo temporariamente a venda de petróleo para tentar aliviar a pressão sobre os preços provocada pela guerra com o Irã.

Merz afirmou que a decisão de Washington de flexibilizar as sanções ao óleo russo foi “errada”, ao mesmo tempo em que alertou para o fato de o Kremlin estar lucrando com a guerra contra Teerã.


“Flexibilizar as sanções agora, por qualquer motivo que seja, seria errado”, disse ele na Noruega, de acordo com o Financial Times.

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Já Zelensky criticou os planos dos EUA ao alegar que eles não ajudariam a alcançar a paz na guerra na Ucrânia.


“Essa única concessão americana poderia render à Rússia cerca de US$ 10 bilhões para a guerra. Isso certamente não ajuda a paz”, pontuou ele durante uma coletiva de imprensa conjunta com Macron em Paris nesta sexta.

O presidente da França reiterou que, apesar das isenções sobre óleo russo serem “temporárias” e limitadas", Moscou estaria “enganada” se acreditasse que o conflito no Irã proporcionaria um respiro.


“Reafirmamos que o aumento dos preços do petróleo não deve, em hipótese alguma, nos levar a reconsiderar nossa política de sanções”, acrescentou.

Mais cedo, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, classificou como “muito preocupante” a decisão unilateral dos Estados Unidos de suspender as sanções às exportações de petróleo da Rússia.


O governo de Donald Trump emitiu na quinta-feira (12) uma segunda autorização para que compradores recebam cargas de petróleo russo já em alto-mar, ampliando uma isenção temporária concedida na semana passada à Índia.

Dias depois, Trump anunciou uma nova refinaria de petróleo no Texas com investimento de US$ 300 bilhões da Índia.

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