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Maduro diz que acredita que na Venezuela “estão dando os passos corretos” para “a unidade do povo”

Assembleia Nacional discute um projeto de lei de anistia que beneficiaria perseguidos políticos desde 1999

Internacional|Mauricio Torres, da CNN Internacional

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Nicolás Maduro Guerra afirmou que seu pai acredita nos "passos corretos" para a unidade do povo venezuelano.
  • O presidente deposto, Nicolás Maduro, foi capturado por uma operação militar dos EUA e enfrenta acusações de narcoterrorismo.
  • Maduro Guerra destaca a necessidade de anistia, com um projeto de lei em andamento na Assembleia Nacional que visa anistiar ilícitos políticos desde 1999.
  • Execuções de crimes graves, como homicídios, não seriam incluídas na anistia proposta.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nicolás Maduro foi capturado em uma operação militar dos EUA em janeiro deste ano Adam Gray/Reuters - 05.01.2025

Nicolás Maduro Guerra, filho do presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou nesta quarta-feira (11) que seu pai disse confiar que no país estão sendo dados “os passos corretos” para alcançar a “unidade do povo”.

Maduro Guerra fez estas declarações em um encontro com simpatizantes pouco mais de um mês depois de seu pai ter sido capturado em uma operação militar dos Estados Unidos na Venezuela.


O mandatário deposto foi levado para Nova York para ser acusado de narcoterrorismo, narcotráfico e uso de armas, acusações que ele rejeita.

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“Falamos bastante. Ele perguntou como estava tudo, como está a pátria, como estava a equipe”, contou Maduro Guerra sobre uma ligação recente que teve com seu pai.


Desde que este foi detido pelos Estados Unidos junto com sua esposa, a deputada Cilia Flores, Maduro Guerra tem sido uma das figuras públicas mais ativas na campanha para exigir que ambos sejam libertados e que retornem à Venezuela.

“Ele me disse: ‘Vocês estão fazendo exatamente o que têm que fazer e estão dando os passos corretos, nossa tranquilidade aqui é a unidade do povo e a unidade com o alto comando e minha equipe, que é a equipe da pátria. Confio plenamente na equipe e fizeram o que têm que fazer’. Ele me disse: ‘Anistia não só para eles, para nós também’”, relatou Maduro Guerra nesta quarta-feira.


As declarações do presidente venezuelano deposto citadas por seu filho referem-se ao projeto de lei de anistia que avança na AN (Assembleia Nacional), onde o próprio Maduro Guerra é deputado do partido governista PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela), que é maioria no órgão legislativo.

Esta proposta de lei, já aprovada em primeira discussão e prevista para passar para a segunda discussão nesta quinta-feira, propõe anistiar as pessoas acusadas de ilícitos vinculados a fatos políticos ocorridos desde 1999.


Aqueles que estiverem sendo processados por crimes como homicídio ou violações dos direitos humanos ficariam excluídos dessa lei.

A iniciativa foi anunciada no final de janeiro pela presidenta encarregada, Delcy Rodríguez, que na época argumentou que esta medida seria um passo para atender às tensões políticas no país.

O presidente da AN (Assembleia Nacional), Jorge Rodríguez — irmão de Delcy —, disse na semana passada que todos os presos políticos ficariam livres assim que o projeto de lei fosse aprovado, o que estimou que ocorreria, no mais tardar, nesta sexta-feira.

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