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María Corina diz que transição de governo na Venezuela será ‘a mais curta e rápida possível’

Opositora defendeu que transição só será viável com a libertação de todos os presos políticos

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado, afirma que a transição de governo será "a mais curta e rápida possível" após a captura de Nicolás Maduro.
  • Ela ressalta a importância da liberação de todos os presos políticos para a viabilidade da transição.
  • Machado acredita que Edmundo González Urrutia é o presidente eleito, devido a sua vitória nas últimas eleições com quase 70% dos votos.
  • A opositora defende que a Venezuela pode se tornar um polo de energia e tecnologia para as Américas, afirmando que o processo de liberdade é irreversível.

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A declaração foi feita em entrevista ao jornal venezuelano La Patilla

A líder da oposição da Venezuela, María Corina Machado, afirmou que, com a captura do ditador Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, o país entrou em uma nova fase do processo de transição, que deve ser “o mais curto e rápido possível”.

A declaração foi feita em entrevista ao jornal venezuelano La Patilla, publicada na quarta-feira (7). María Corina disse que a situação atual é “extremamente instável”, porque “o próprio regime está sendo instruído a se desmantelar”.


A opositora defendeu que a transição só será viável com a libertação de todos os presos políticos.

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“Não pode haver transição com presos políticos. Essa é a primeira coisa que precisa acontecer nas próximas horas”, afirmou. “A única coisa que sustentava Maduro e essa estrutura frágil era o medo. Se eliminarmos o terror, nada restará.”


María Corina também disse que Edmundo González Urrutia ganhou as eleições presidenciais do ano passado com quase 70% dos votos e, por isso, é o presidente eleito da Venezuela e deve ter seu mandato respeitado.

Ela evitou falar sobre a posição do governo dos EUA, mas defendeu que a operação realizada pelos americanos no território venezuelano tinha como objetivo salvar vidas.


“O direito internacional existe para proteger as pessoas, não aqueles que possuem armas e roubam recursos”, disse.

Cronograma

A opositora não deu detalhes sobre qual seria o cronograma de transição, mas pediu calma. “Ouvi muitas datas. Vamos com calma, um dia de cada vez”, afirmou. Segundo ela, antes de haver eleições livres, é preciso que as liberdades sejam restauradas.


María Corina disse ainda que acredita que a Venezuela será um polo de energia e tecnologia para as Américas. “Nada nem ninguém impedirá a Venezuela de ser livre. Este processo é irreversível” acrescentou.

Após a captura de Maduro e de sua mulher, Cilia Flores, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que não apoiaria María Corina porque “seria muito difícil para ela ser a líder”.

“Ela não tem apoio nem respeito dentro do país. É uma mulher muito simpática, mas não tem respeito”, afirmou.

Na ocasião, o republicano apoiou que a vice de Maduro, Delcy Rodríguez, assumisse o comando.

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