Menino francês de 5 anos morre após castigo por xixi na cama
Padrasto admitiu que fez criança correr quilômetros no inverno, apenas de cueca e meias
Internacional|Da Ansa

Um menino de apenas cinco anos foi encontrado morto em Aire-sur-la-Lys, no norte da França, após um castigo por ter feito xixi na cama.
O caso ocorreu na madrugada da última segunda-feira (6), quando seu corpo foi achado pelos bombeiros a 10 minutos do centro da cidade, ao lado do canal La Lys. O padrasto da criança, Julien, 30 anos, admitiu que a fizera correr por alguns quilômetros em plena madrugada de inverno, vestido apenas de cueca e meias.
A punição foi dada após Yanis, que caiu diversas vezes durante o percurso, ter feito xixi na cama. Contudo, a autópsia revelou que a morte foi causada por "traumatismo craniano" e constatou diversos hematomas na cabeça do menino.
As lesões foram provocadas por "violências voluntárias" e, segundo o exame, não podem ser explicadas por "simples quedas de criança". Quando o socorro chegou, Yanis estava inconsciente, com o rosto inchado e a cueca ainda molhada.
Tanto o padrasto quanto a mãe do menino, Emilie, que tem 23 anos, já foram detidos. Julien responde por homicídio e violência dolosos contra menor de 15 anos e pode ser condenado à prisão perpétua. Já sua companheira é acusada de "abstenção voluntária de impedir um crime ou delito" e arrisca pegar cinco anos de cadeia.
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Nas primeiras declarações à polícia, eles não mostraram arrependimento e nem pareciam ter consciência do que fizeram. O pai do menino criou uma página no Facebook para arrecadar fundos para o funeral e preservar sua memória. "Yanis, nossa estrela, partiu muito cedo, em 6 de fevereiro de 2017, do alto de seus cinco pequenos invernos. Paz à tua alma, meu príncipe", diz a descrição.
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Abandonado pela família pela acusação de ser um "bruxo", um garoto nigeriano foi à escola pela primeira vez depois de um ano de ter sido resgatado. O menino foi adotado pela filantropa dinamarquesa Anja Ringgren Loven, que o batizou de Hope (esperança, em inglês) e publicou uma foto no Facebook semelhante ao momento em que ela o resgatou, em janeiro do ano passado
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