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Missão de comando nuclear: como os EUA e Israel poderiam pôr fim na guerra contra o Irã

Enquanto Trump parece considerar apreender o urânio enriquecido de Teerã, especialistas alertam que operação seria perigosa

Internacional|Do R7

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  • Trump e Netanyahu consideram ataque ao Irã para acabar com a guerra.
  • Objetivo é apreender ou destruir o estoque secreto de urânio enriquecido.
  • Especialistas alertam que operação pode ser a maior das forças especiais da história.
  • Missão é considerada praticamente impossível do ponto de vista logístico e tático.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Complexo industrial com tanques cilíndricos de armazenamento, de onde surge uma densa nuvem de fumaça cinza escura elevando‑se ao céu, indicando um possível incêndio ou explosão
Guerra no Oriente Médio chega ao 20º dia nesta quinta-feira (19) Reprodução/Record News

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, estão considerando um ataque contra o Irã que acabaria com a guerra, segundo especialistas.

A operação inclui o envio de tropas de elite com o objetivo de apreender ou destruir o estoque secreto de urânio enriquecido de Teerã, necessário para fabricar armas nucleares.


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Especialistas acreditam que o material esteja armazenado em instalações nucleares profundas e danificadas de Isfahan, Fordow e Natanz. “Eles [iranianos] não conseguiram chegar lá, e em algum momento, talvez nós consigamos”, disse Trump recentemente.

Além de ser perigosa, a operação poderia demorar dias, já que os soldados norte-americanos e israelenses precisariam se instalar em solo inimigo, localizar e transportar o material radioativo com segurança.


Em entrevista ao Wall Street Journal, James Stavridis, ex-comandante da Otan (Organização Do Tratado Do Atlântico Norte), afirmou que o plano seria “potencialmente a maior operação de forças especiais da história”.

Outros especialistas acreditam que a missão é “praticamente impossível” do ponto de vista logístico e tático. Trump, no entanto, parece considerar a ideia. “Não fomos atrás disso ainda [do urânio enriquecido], mas é algo que podemos fazer mais tarde”, afirmou o republicano no início do mês.

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