‘Não é só um acordo entre EUA e Rússia que vai conter essa corrida nuclear’, diz especialista
Norte-americanos também querem que a China pare de construir armas; ‘em uma eventual guerra, a Rússia e a China vão lutar juntas’
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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O ministro russo disse que Moscou vai continuar limitando o arsenal nuclear desde que os EUA façam o mesmo. A Rússia e os Estados Unidos têm os maiores arsenais de armas nucleares do mundo e, desde que o tratado entre os dois expirou na semana passada, não há mais nenhum limite para a expansão do armamento.
O pesquisador e professor de relações internacionais Vitelio Brustolin diz, em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (11), que nesse momento a Rússia não tem condições de investir em mais armamento nuclear.
“A Rússia está empregando 40% do orçamento federal no esforço de guerra contra a Ucrânia. A inflação na Rússia é altíssima e a taxa de juros é uma das maiores do mundo”, explica.
Os EUA não estão interessados apenas na Rússia, segundo Vitelio; eles querem que a China também pare de construir armas nucleares: “Não adianta a Rússia não produzir armas nucleares se a China continua produzindo. Até porque o Xi Jinping, o líder chinês, já disse que a aliança da China com a Rússia é sólida como rocha, então em uma eventual guerra, a Rússia e a China vão lutar juntas”, diz.
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