Nasa usará celulares pela primeira vez em missões espaciais
Artemis 2 e Crew-12 serão as pioneiras a contar com os dispositivos
Internacional|Do R7
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Astronautas da Nasa, a agência espacial americana, poderão utilizar, pela primeira vez, celulares durante missões espaciais, incluindo o sobrevoo lunar na Artemis 2.
Os aparelhos, fornecidos pela própria Nasa, serão os modelos mais recentes de iPhone’s, da Apple. O anúncio foi feito pelo administrador do órgão, Jared Isaacman, pelas redes sociais.
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“Estamos dando às nossas tripulações as ferramentas para capturar momentos especiais para suas famílias e compartilhar imagens e vídeos inspiradores com o mundo”, escreveu Isaacman.
Além da Artemis 2, a tripulação que participará da Crew-12, marcada para acontecer ainda em fevereiro, poderá fazer o uso. Outras marcas de celulares poderão ser certificadas para que consigam participar das missões futuramente.
Celulares já foram usados em voos espaciais comerciais
Embora inédito na Nasa, celulares já foram usados em voos espaciais comerciais. O próprio Isaacman levou um aparelho a bordo durante um, realizado em 2024.
Apesar disso, é incomum que itens disponíveis para compra no mercado sejam utilizados em missões espaciais, já que elas exigem processos de teste super rigorosos.
Durante as missões Apollo, um relógio foi utilizado pelo cronógrafo Speedmaster Professional, da Omega. O item está em exibição no Museu Nacional do Ar e do Espaço do Smithsonian.
Nasa adia missão Artemis 2
A Nasa adiou, no dia 3, a missão Artemis 2, que promete levar o homem de volta à Lua, mais de 50 anos após a Apollo 17. O lançamento estava previsto para acontecer no domingo (8), mas foi suspenso por conta de falhas técnicas, detectadas em um teste essencial do foguete SLS (Sistema de Lançamento Espacial).
Segundo um comunicado divulgado pela Nasa, engenheiros tentaram abastecer os tanques do SLS com milhões de litros de hidrogênio e oxigênio líquidos. No entanto, vazamentos foram verificados na interface entre o foguete e a torre de lançamento.
Na prática, isso compromete a estabilidade do sistema e obriga a equipe a interromper o procedimento antes da conclusão da contagem regressiva.
Além disso, uma válvula associada à cápsula tripulada Orion, que havia sido substituída recentemente, precisou ser reapertada, e as operações de fechamento levaram mais tempo do que o planejado. Interrupções no áudio em solo também foram observadas.
Após a identificação do problema, a Nasa optou por revisar o cronograma da Artemis 2. Com isso, a previsão é que o lançamento ocorra em março.
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