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‘O Brasil saiu ganhando’, diz economista sobre nova taxação imposta por Trump

Presidente americano anunciou alíquota de 15% após decisão da Suprema Corte, que considerou tarifaço ilegal

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Alfândega dos EUA suspenderá tarifas definidas como ilegais, mas anunciará novas sobretaxas de 15%.
  • O economista Rodrigo Simões aponta que a política de Trump trouxe mudanças significativas ao comércio mundial.
  • O Brasil e a China se beneficiam das novas taxas menores, com reduções consideráveis em setores específicos.
  • Simões afirma que o Brasil 'saiu ganhando', com tarifas caindo de 27% para aproximadamente 13% a 14%.

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A Alfândega dos Estados Unidos anunciou que irá suspender a cobrança das tarifas definidas como ilegais pela Suprema Corte a partir desta terça-feira (24). A decisão, no entanto, não deve afetar as novas sobretaxas de 15% impostas pelo presidente Donald Trump no último sábado (21).

Para Rodrigo Simões, economista e professor da Faculdade do Comércio, a reviravolta no cenário americano muda mais uma vez a dinâmica mundial. “O mundo começou a se rearranjar nos acordos de comércio e isso também nos deu uma visão de que não podemos ficar presos a contratos unilaterais”, comenta em entrevista ao Conexão Record News desta segunda-feira (23).


Donald Trump segura placa com lista de países e tarifas aplicadas, com bandeira dos EUA ao fundo
Taxação de 15% imposta por Trump terá validade de 150 dias Reprodução/Record News

Apesar de a tarifa de 15% valer para todos os países e preocupar parceiros comerciais, países como o Brasil e China se beneficiaram com a nova medida, já que tinham taxas maiores em vigor. Setores que tinham alíquotas de 50%, como veículos, aço, alumínio, móveis e cobre, terão redução percentual na taxação.

O Brasil saiu ganhando porque, na média, você tinha uma tarifa de 27% aplicada sobre os produtos brasileiros e, agora, passa para aproximadamente de 13% a 14%. Então, a gente sai em vantagem diante de todos os países”, conclui o economista.

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