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Operação conjunta de Brasil, EUA e Argentina apreende 5.300 armas

Autoridades dos três países fizeram uma megaoperação que resultou na apreensão de armas que eram enviadas por meio dos correios dos EUA

Internacional|Da EFE

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Armas foram apresentadas em coletiva na Flórida
Armas foram apresentadas em coletiva na Flórida

Autoridades de Brasil, Estados Unidos e Argentina apreenderam 5,3 mil armas de fogo, 167 explosivos e 15 silenciadores em uma operação realizada nos três países, informou nesta sexta-feira (28) a Agência de Imigração e Alfândega americana (ICE).

A operação envolveu a execução de 53 ordens de prisão e 25 prisões nos três países, conforme anunciaram em Miami o diretor-adjunto da ICE, Matthew Albence; o agente especial do escritório de Investigações de Segurança Nacional (HSI), vinculado à ICE, Anthony Salisbury; o delegado Eugênio Coutinho Ricas, da Polícia Federal brasileira; e Martin Myslicki, comandante da Gendarmaria argentina.


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A unidade do HSI em Miami começou as investigações sobre uma organização criminosa internacional que realizava operações de contrabando de grandes quantidades de armas, entre elas AR-15, e acessórios dos Estados Unidos para a Argentina e o Brasil.


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"A organização explorou o Serviço Postal dos Estados Unidos ao exportar ilegalmente partes de armas e munição reguladas pelo Regulamento de Tráfico Internacional de Armas de Fogo, e sem as licenças correspondentes do Departamento de Estado americano", informou uma nota do ICE.

Desde o início da investigação, diversos escritórios de HSI, em conjunto com autoridades brasileiras e argentinas, emitiram várias ordens de detenção e confiscaram "significativas quantidades" de armas de fogo e partes delas, além de mais de US$ 100 mil em espécie. A maior parte do armamento, depois de passar pela Argentina, tinha como destino o Brasil.


Entre os detidos na operação estão John James Peterson, de 60 anos, e Brunella Zuppone, de 67, que moram em Miami e eram considerados fundamentais para a organização, de acordo as autoridades.

"Não é só deter o contrabando, é acabar com as organizações", disse Albence.

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