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Oposição síria pede ao Congresso americano que autorize ataque

O governo sírio também apelou ao Congresso para que a intervenção não aconteça

Internacional|Do R7

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Centenas de pessoas morreram em um suposto ataque com armas químicas, na Síria, no dia 21 de agosto
Centenas de pessoas morreram em um suposto ataque com armas químicas, na Síria, no dia 21 de agosto

A oposição síria pediu neste domingo (1º) aos membros do Congresso dos Estados Unidos para que "façam a coisa certa" e autorizem um ataque contra o regime.

Em um comunicado, a coalizão da oposição síria chamou os parlamentares americanos a "apoiarem os esforços do governo para deter a máquina de matar de Assad".


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"As ditaduras como o Irã e a Coreia do Norte observam cuidadosamente como o mundo livre vai responder ao uso pelo regime de Bashar Al Assad de armas químicas contra o povo sírio. Se não responder a uma tal violação das regras internacionais, os ditadores de todo o mundo serão incentivados a seguir o exemplo de Assad", afirma a coalizão.

— A inação da comunidade internacional ao longo dos últimos 30 meses tem permitido o regime levar o conflito até o ponto em que considera que pode usar armas químicas com impunidade. Isso mostra que ele não acredita em uma solução política.


Enquanto um ataque parecia iminente esta semana contra o regime sírio, acusado de atacar com armas químicas seu próprio povo, o chefe de Estado americano finalmente rejeitou uma intervenção a curto prazo, preferindo consultar o Congresso, de férias até 9 de setembro.

Também neste domingo, Damasco pediu ao Congresso americano para que "mostre a sua sabedoria" e bloqueie ataques contra o território sírio.


O vice-ministro sírio das Relações Exteriores, Fayçal Moqdad, chamou o governo americano de "confuso e indeciso" e acusou o governo francês de ser "irresponsável" e de "apoiar organizações como a Al Qaeda".

Em uma primeira reação oficial à decisão do presidente americano de pedir a autorização do Congresso para um ataque na Síria, Moqdad disse que "o presidente Barack Obama pareceu claramente indeciso, decepcionado e confuso quando discursou ontem (...). Ninguém pode justificar uma agressão injustificável".

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