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Países europeus estão ‘mapeando novo eixo de competição estratégica’ na Groenlândia, diz professor

Trump afirmou que os EUA vão ter o controle da maior ilha do mundo, enquanto a Europa discute planos para aumentar a presença militar na região

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump afirma que os EUA devem controlar a Groenlândia, atualmente sob a Dinamarca.
  • Europa, liderada pelo Reino Unido e Alemanha, discute aumentar a presença militar na região.
  • Professor Kleber Galerani menciona que a segurança no Ártico está se tornando crucial para a geopolítica atual.
  • Controle das rotas do norte pode influenciar o equilíbrio de forças no futuro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente Donald Trump afirmou que, de um jeito ou de outro, os Estados Unidos vão ter o controle da Groenlândia. Segundo ele, se isso não acontecer, a maior ilha do mundo, que atualmente pertence à Dinamarca, vai ficar nas mãos de chineses e russos.

No entanto, um grupo de países europeus, liderados pelo Reino Unido e Alemanha, está discutindo planos para aumentar a presença militar na Groenlândia, a fim de demonstrar ao presidente norte-americano que o continente leva a sério a segurança no ártico. Um porta-voz do governo alemão disse que discussões sobre o fortalecimento da região estão acontecendo no âmbito da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).


Grupo de países europeus está discutindo planos para aumentar a presença militar na Groenlândia Reprodução/Record News

Em entrevista ao Conexão Record News desta segunda-feira (12), Kleber Galerani, professor de direito e relações internacionais, diz que, “ao reforçar a segurança no Ártico por meio da Otan, os países aliados estão essencialmente mapeando um novo eixo de competição estratégica que passa da Europa Ocidental, da região Indo-Pacífico e, de algum modo, envolve controle de rotas marítimas estratégicas, acesso a recursos e projeção de poder em regiões remotas”.

Galerani explica que o Ártico hoje é tão importante quanto o Báltico ou Indo-Pacífico e a defesa coletiva da região simboliza uma aliança que se adapta às ameaças do século 21. “No tabuleiro geopolítico atual, quem controla as rotas do norte pode influenciar o equilíbrio de forças no futuro”, afirma.

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