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Pentágono anuncia fim da proibição a militares transgêneros nos EUA

Há poucos dias Exército recebeu o primeiro líder abertamente gay de uma das forças militares 

Internacional|Da Reuters com R7

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O fim da proibição de transgêneros nas Forças Armadas americanas foi anunciado nesta quinta-feira (30), pelo secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ashton Carter. Com isso, os militares transgêneros poderão servir abertamente nas filas do Exército, Marinha e Aeronáutica do país.

A revogação ocorre cinco anos depois de uma decisão para terminar com a proibição nas forças norte-americanas de gays e lésbicas servindo abertamente, apesar de temores, que se mostraram infundados, de que tal medida fosse uma pressão muito grande em tempos de guerra e minaria a preparação.


O anúncio se dá também na semana seguinte em que o Exército norte-americano recebeu formalmente o seu novo secretário, Eric Fanning, o primeiro líder abertamente gay de uma das forças militares na história dos EUA.

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A revogação vai entrar em vigor imediatamente. A partir do próximo dia 1º de outubro, os militares poderão receber tratamento médico. O plano, contudo, também direciona cada força do serviço militar a implementar as novas políticas que afetam desde recrutamento até moradia para soldados transgêneros, segundo uma autoridade.

Ativistas celebraram a notícia. Ashley Broadway-Mack, presidente da Associação dos Parceiros de Militares Norte-americanos, afirmou em comunicado: “Nossos integrantes do serviço transgêneros e as suas famílias estão dando um grande suspiro de alívio”.


O Centro Nacional de Igualdade para Transgêneros estimou no ano passado que 15 mil transgêneros servem nas forças militares dos EUA.

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