Pequim pede que cidadãos chineses deixem o Irã o mais rápido possível
Governo chinês também pediu para evitar viagens à região; especialista diz que procedimento é normal e descarta ‘informação privilegiada’ sobre a guerra
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Em meio ao aumento das tensões entre Teerã e Washington, a China aconselhou seus cidadãos a evitarem viagens para o Irã, por questões de segurança. Além disso, o governo chinês também solicitou aos civis que estão em território iraniano que deixassem o local o mais rápido possível.
Da mesma forma, os Estados Unidos autorizaram a saída de funcionários da embaixada de Israel devido à preocupação crescente no país sobre o risco de um conflito militar entre os governos norte-americano e iraniano.
Durante sua entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (27), o mestre em direito internacional Manuel Furriela explicou que tais ações devem ser interpretadas como uma movimentação de cautela, já que, segundo ele, sempre há uma recomendação por parte das autoridades de um país para que os cidadãos não visitem as respectivas regiões de conflito ou que tenham riscos de eclosão de uma guerra.
“Eu acredito que não há, propriamente, uma certeza ou uma informação privilegiada para a China [...] é simplesmente uma questão de risco, de possibilidade, o que é suficiente para fazer um alerta aos cidadãos”, disse o especialista.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!








