Perda do petróleo venezuelano pode agravar situação econômica em Cuba e forçar o regime a negociar
Especialista analisa situação de isolamento internacional que atingiu a ilha da América Central; entenda
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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As tensões entre Cuba e os Estados Unidos foram retomadas após o presidente norte-americano fazer críticas contra o governo cubano. Por meio de redes sociais, os líderes trocaram farpas ao impor seus pontos de vista.
Donald Trump afirmou que Cuba não terá mais o acesso ao petróleo nem ao dinheiro da Venezuela, enfatizando que o país precisa fazer um acordo com a nação norte-americana “antes que seja tarde”.
Em contrapartida, o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou que Cuba é uma nação livre, independente e soberana e que defenderá o país “até sua última gota de sangue”.

“Essa indicação de que os recursos direcionados a Cuba serão de algum modo minimizados [...] é um novo capítulo das sanções que historicamente os Estados Unidos impõem a Cuba [...]. Ocorre que em Cuba já há uma grave escassez de energia, de alimentos e de medicamentos e a perda do petróleo venezuelano agravará ainda mais essa situação. Impactará socialmente, acredito que fortalecerá as migrações, a saída de cubanos da ilha, e isso pode forçar, é uma possibilidade, de forçar a condição de algum tipo de negociação”, explica o professor de direito e relações internacionais Kleber Galerani, em entrevista ao Conexão Record News desta segunda (12).
O especialista ainda ressalta que o isolamento causado a Cuba deixou para o país poucos caminhos que poderiam substituir o petróleo venezuelano: “Então é possível encontrar outras fontes para que a energia chegue até Cuba? A Rússia, por exemplo, é um caminho. Países do Oriente Médio são outro caminho, mas há um isolamento que é sistemático ao longo de diversas décadas”, enfatiza.
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