Internacional Polícia da Colômbia prende acusado de morte de promotor paraguaio

Polícia da Colômbia prende acusado de morte de promotor paraguaio

Último suspeito foi encontrado em Caracas, na Venezuela, e era procurado pela Interpol pelo assassinato de Marcelo Pecci

Agência EFE

Resumindo a Notícia

  • Autoridades anunciaram que o último suspeito pela morte de Marcelo Pecci foi preso
  • Gabriel Carlos Luis Salinas Mendoza foi encontrado em Caracas, na Venezuela
  • O promotor estava celebrando a lua de mel quando foi assassinado em uma praia
  • A Justiça ainda tenta encontrar os autores intelectuais da morte de Pecci
Promotor paraguaio Marcelo Pecci foi morto durante a lua de mel na Colômbia

Promotor paraguaio Marcelo Pecci foi morto durante a lua de mel na Colômbia

Daniel Duarte/AFP - 9.11.2021

A polícia colombiana informou nesta quarta-feira (21) que o último dos suspeitos da autoria material do assassinato do promotor paraguaio Marcelo Pecci, ocorrido na Colômbia em maio deste ano, foi preso em Caracas, na Venezuela.

O detido é o venezuelano Gabriel Carlos Luis Salinas Mendoza, que era procurado pela Interpol, sob a acusação de ter cometido os crimes de homicídio com agravante, tráfico de armas e de munição.

"Os elementos materiais de prova que fazem parte do processo investigativo apontam Salina Mendoza como um dos supostos autores materiais do assassinato do promotor paraguaio", diz um comunicado emitido pela polícia da Colômbia.

Segundo a corporação, o venezuelano é quem conduzia a moto aquática em que o assassino foi levado até a praia do hotel onde Pecci passava lua de mel com a mulher, na ilha de Baru, perto da cidade de Cartagena.

Seis presos

Com Salinas, são seis os presos acusados da autoria material do crime.

Em 6 de junho, na Colômbia, foram detidos Wendret Carrillo, Eiverson Zabaleta, Marisol Londoño, Cristian Camilo Monsalve Londoño e Francisco Luis Correa, esse último apontado pelo Ministério Público local como o mentor do assassinato.

Os quatro primeiros aceitaram as acusações de homicídio e porte de armas e receberam uma redução da pena, tendo sido condenados por um tribunal de Cartagena a mais de 23 anos de prisão.

Já Luis Correa de declarou inocente em audiência preliminar e segue em processo de julgamento na Colômbia.

Apesar dos avanços nas investigações e a detenção dos autores materiais, ainda não se sabe quem ordenou o assassinato do promotor paraguaio.

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