Internacional Polícia dos EUA prende suspeito de ataque a tiros em desfile na região de Chicago

Polícia dos EUA prende suspeito de ataque a tiros em desfile na região de Chicago

Robert E. Crimo 3º, de 22 anos, estava dirigindo em uma estrada próxima do local do crime e não resistiu à ação das autoridades

  • Internacional | Do R7

Polícia dos EUA cercaram local do ataque para localizar suspeito

Polícia dos EUA cercaram local do ataque para localizar suspeito

Jim Vondruska/Getty Images North America/Getty Images via AFP - 4.7.2022

Autoridades dos Estados Unidos prenderam na noite desta segunda-feira (4) o suspeito de ataque a tiros durante o desfile de 4 de Julho, na cidade de Highland, na região de Chicago. Seis pessoas morreram e outras 31 ficaram feridas no atentado, de acordo com a imprensa local.

Robert E. Crimo 3º, de 22 anos, ficou foragido por pouco mais de dez horas. Segundo o jornal Chicago Sun-Times, ele foi detido pelas autoridades do país "sem incidentes" enquanto dirigia em uma estrada próxima ao local do crime.

O preso é suspeito de ter usado um rifle de grosso calibre para atirar contra participantes de um desfile para comemorar a independência dos EUA, na cidade de Highland, que possui pouco menos de 30 mil habitantes.

Informações da AFP apontam para 24 hospitalizados, sem indicações de quantos foram feridos por disparos de arma de fogo. As autoridades não divulgaram o estado de saúde das pessoas internadas.

Robert, de 22 anos, foi preso

Robert, de 22 anos, foi preso

Illinois Government/Handout via Reuters - 4.7.2022

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que estava "chocado" com o ataque na região metropolitana de Chicago e afirmou que trabalhará para que eventos como esse sejam menos comuns no país.

“Recentemente assinei a primeira reforma legislativa bipartidária sobre armas em quase 30 anos, o que inclui ações que salvarão vidas. Mas há muito mais trabalho a fazer, e eu não vou desistir de lutar contra a epidemia de violência armada”, declarou Biden.

As autoridades dos Estados Unidos não divulgaram possíveis hipóteses para o atentado supostamente cometido por Robert.

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