Por que a China está reduzindo sua presença militar perto de Taiwan?
Desde 28 de fevereiro, apenas dois aviões chineses foram registrados nas imediações da ilha; mudança levanta dúvidas
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Apesar de a pressão militar chinesa na região de Taiwan ter sido intensa nos últimos anos, com o deslocamento de caças e navios de guerra quase todos os dias, a atuação na ilha foi reduzida recentemente. Desde 28 de fevereiro, apenas dois aviões foram registrados em um período de 24 horas nas imediações da ilha. No ano passado, nesse mesmo recorte, o número foi de 86.
Analistas e autoridades estranharam a baixa movimentação aérea. De acordo com especialistas internacionais, entre as possibilidades estão reuniões políticas anuais chinesas, as mudanças recentes na hierarquia militar e a viagem que Donald Trump ainda deve fazer este mês a Pequim.
O economista e doutor em relações internacionais Igor Lucena explica em entrevista ao Conexão Record News que a futura reunião entre os presidentes norte-americano e chinês pesa para esse “relaxamento” de Pequim em relação à ilha. Ele lembra que Taiwan tem grande importância para os Estados Unidos, tanto por comprar jatos como por produzir microchips.
“Eu vejo essa questão com bons olhos, como uma espécie de, ‘olha, a gente já tem conflito demais no planeta, não vamos colocar isso na mesa agora’. Talvez seja melhor conversar para não gerar um novo atrito na Ásia”, argumenta Lucena.
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