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Por que militares da Otan no Ártico estão aprendendo a cavar

Drones se tornaram uma das principais ameaças no campo de batalha

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Equipes de artilharia da Otan têm focado seus treinamentos na defesa contra drones.
  • Ser detectado por um drone pode ser fatal para o soldado no campo de batalha.
  • No Ártico, cavar um buraco no chão é uma das estratégias para se esconder.
  • Antes de escavar, é preciso identificar um local que fique invisível quando visto do ar.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ártico se tornou uma das prioridades da Otan nos últimos anos Reprodução/Record News

Equipes de artilharia da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) têm direcionado os seus treinamentos na defesa contra drones. Ser detectado de cima por um desses equipamentos pode ser fatal para o soldado no campo de batalha, o que torna ainda mais importante as técnicas de como se esconder.

No Ártico, que se tornou uma das prioridades da aliança militar nos últimos anos devido aos riscos de atividades russas e chinesas, uma das estratégias é cavar um buraco no chão.


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Em entrevista ao Business Insider, o major Robin McArthur, do 29º Regimento de Comandos da Artilharia Real do Exército Britânico, explicou que, nesse processo, é preciso identificar o melhor local e a posição adequada para escavação, de modo que o ponto de tiro da unidade fique “completamente invisível do ar”.

As técnicas de proteção também incluem manter um perfil eletrônico e térmico significativamente mais baixo para evitar a detecção. Até mesmo transmissões de rádio podem se tornar um problema, já que, por meio delas, é possível revelar a localização das tropas.


Na Ucrânia, as autoridades estimam que, cerca de 80% dos ataques contra alvos russos são realizados com drones, tornando o deslocamento ainda mais perigoso.

“Camuflagem, ocultação, dissimulação e dispersão”, disse McArthur ao mencionar as técnicas mais utilizadas no período em que esteve na guerra entre Ucrânia e Rússia.


“Primeiro, não queremos ser vistos. Depois, não queremos ser identificados. Em seguida, não queremos ser confrontados ou baleados. Ou, se formos baleados, mortos”, completou.

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