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Postura russa durante a guerra mostra que o objetivo não é dominar toda a Ucrânia, diz pesquisadora

Relatórios da Inteligência americana dizem que Vladimir Putin ainda não desistiu de invadir por completo país vizinho, algo que o Kremlin nega

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Relatórios de inteligência americana afirmam que Vladimir Putin ainda não desistiu de invadir a Ucrânia.
  • A pesquisa da doutoranda Giovana Branco destaca que o objetivo da Rússia é dominar a parte leste da Ucrânia, e não o país inteiro.
  • O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, nega as informações, mas não há resposta das autoridades americanas.
  • Branco argumenta que a postura russa contradiz a ideia de que o Kremlin pretende atacar outros países europeus.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Relatórios da Inteligência americana, divulgados pela agência de notícia Reuters, mantêm o alerta de que o presidente russo, Vladimir Putin, não abandonou os objetivos de capturar a Ucrânia. Os documentos finais de setembro apresentam um cenário diferente do que diz o presidente Donald Trump e negociadores em relação ao fim do conflito.

Além disso, os dados de Inteligência também contradizem as negativas do líder russo de que ele seria uma ameaça para a Europa. Ainda no âmbito da repercussão do relatório, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse, nesta segunda-feira (22), que se as informações fossem precisas, as conclusões da inteligência americana estariam erradas — alegações que autoridades americanas não responderam.


Para pesquisadora, Valdimir Putin já teria invadido o país se quisesse nos quase quatro anos de conflito Reprodução/ Record News

Para Giovana Branco, doutoranda de ciência política da USP (Universidade de São Paulo) e pesquisadora de política russa, os relatórios divulgados não condizem com o estilo de atuação russa desde o início do conflito, que poderia ter avançado por toda a Ucrânia. Em entrevista ao Conexão Record News desta segunda, ela explica que o aparente objetivo do Kremlin, na verdade, é dominar a parte leste ucraniana, que concentra uma população russófona.

“Isso então contradiz completamente esse relatório que diz que um dos objetivos seria tomar todo o país ou até mesmo atacar outros países do território europeu. Quando a gente pensa na racionalidade disso, fica muito claro que a Rússia não teria esse objetivo”, completa.

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