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Internacional Príncipe William e Kate 'têm brigas terríveis e jogam coisas um no outro', diz autor de livro

Príncipe William e Kate 'têm brigas terríveis e jogam coisas um no outro', diz autor de livro

Intimidade do 'casal perfeito' contrasta com a imagem pública construída em frente aos súditos e à imprensa internacional

  • Internacional | Maria Cunha*, do R7

Resumindo a Notícia
  • Autor de livro revela que William e Kate não são o 'casal perfeito' que aparentam.

  • Nos bastidores, os dois trocam provocações e chegam a jogar objetos um no outro.

  • Funcionários afirmam que sabem identificar quando o clima não está bom.

  • Ambos tentam manter as aparências diante dos olhares da imprensa internacional.

O príncipe William e Kate Middleton são vistos como o casal real “perfeito”, mas quando as portas se fecham eles “têm brigas terríveis em que jogam coisas um no outro”, de acordo com o autor real Tom Quinn.

O estresse de estar constantemente cercado por assessores do palácio pode, às vezes, ser demais para o casal, explica Quinn em seu novo livro, Gilded Youth: An Intimate History of Growing Up in the Royal Family (Juventude Dourada: Uma História Íntima Sobre Crescer na Família Real, em tradução livre). 

Ele conta que a equipe do palácio sabe dizer quando William está “zangado” com a esposa, porque ele tende a chamá-la de “querida” em um tom de voz que retrata “sinais de aborrecimento”.

Quinn ainda diz no livro que "Kate é muito calma", enquanto o príncipe pode ser "um pouco cabeça quente".

"Vemos um exemplo disso no livro de Harry", disse ele à Fox News. “Kate é muito equilibrada. Ela é quem vai derramar óleo em águas turbulentas e dizer 'Não vamos agitar as coisas'", revela o autor. 

Além disso, segundo Quinn, a capacidade de Kate de ignorar quando está sendo criticada lhe dá uma vantagem em comparação com Meghan Markle e permite que ela se encaixe na realeza, na qual a duquesa de Sussex lutou.

Quando a esposa de Harry viu críticas sobre ela na imprensa, por exemplo, "reclamou que era injusto, era cruel, era horrível", diz o autor. No caso da princesa de Gales, porém, "ela ignorou. Ela é muito sábia para isso. E eu acho que, quando briga com William, ela faz o mesmo —simplesmente ignora". 

Uma fonte do palácio revelou a Quinn que, embora Kate simplesmente chame o marido de “bebê”, ele tende a se referir a ela como a “duquesa de Doolittle”, em referência a um comentário feito pela rainha Elizabeth 2ª sobre Kate não ter um bom trabalho.

O autor também descreve como a princesa de Gales "foi reduzida às lágrimas" quando saiu pela primeira vez para caçar com a família de William. "Mas ela aceita que, se a realeza fizer isso, ela deve viver com isso", pois se encaixar na família real é importante.

Quinn ainda afirma que a filha de dois comissários de bordo da British Airways que fizeram fortuna vendendo suprimentos para festas infantis "quer escapar de sua infância de classe média", escreve ele.

Kate "não sonharia em levar seus filhos ao McDonald's e ela não balança o barco quando o grande peso das atividades tradicionais da realeza recai sobre seus filhos", finaliza Quinn.

Estagiária do R7, sob supervisão de Pablo Marques

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