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Prisão de ex-príncipe Andrew é ‘uma vergonha’, diz Trump

Presidente dos EUA classificou o episódio como ‘muito triste’ para a família real britânica

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump comentou a prisão do ex-príncipe Andrew, chamando-a de "uma vergonha".
  • Andrew foi detido por suspeita de má conduta em função pública e liberado após 11 horas.
  • Ele é acusado de enviar documentos confidenciais ao criminoso sexual Jeffrey Epstein.
  • Trump elogiou o rei Charles 3º, descrevendo-o como um "homem fantástico".

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Trump disse que é um 'especialista', já que também teve o nome envolvido nos arquivos Epstein Reprodução/Record News

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou a prisão do ex-príncipe Andrew, nesta quinta-feira (19), com repórteres a bordo do Air Force One enquanto viajava para a Geórgia. O republicano classificou o episódio como “uma vergonha” e “muito triste”.

Andrew Mountbatten-Windsor foi detido por suspeita de má conduta em função pública e liberado sob custódia após 11 horas na delegacia.


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O irmão mais novo do rei Charles 3º é acusado de ter enviado documentos confidenciais do governo britânico ao criminoso sexual Jeffrey Epstein enquanto trabalhava como representante comercial do Reino Unido.

“Acho que é uma pena. Acho que é muito triste. Acho que é muito ruim para a família real. É muito, muito triste. Para mim, é uma coisa muito triste”, comentou o presidente norte-americano.


Trump afirmou que é um “especialista” no assunto, já que também teve o nome envolvido nos arquivos Epstein. “De certa forma, sou especialista no assunto, pois fui totalmente inocentado, então posso falar sobre isso.” O republicano também aproveitou a situação para elogiar o rei Charles 3º, descrevendo o monarca como um “homem fantástico”.

Andrew Mountbatten-Windsor

E-mails dos arquivos Epstein, divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA, sugerem que Mountbatten-Windsor teria compartilhado relatórios comerciais de outros países com o criminoso, que morreu em 2019 após ser detido por comandar uma rede de tráfico sexual.


O filho da rainha Elizabeth 2ª trabalhava como enviado comercial entre 2001 e 2011, e estava sujeito às mesmas diretrizes de confidencialidade que os ministros britânicos. Ao vazar dados sigilosos, Andrew teria abusado do poder detido por um cargo público, de acordo com autoridades.

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