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Professor diz que Putin utilizará guerra no Irã como distração para ataques na Ucrânia

Escassez de mísseis na Ucrânia traz preocupações, mas Otan prometeu manter apoio militar

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Conflitos entre Ucrânia e Rússia continuam sem previsão de cessar-fogo.
  • Ucrânia enfrenta escassez crítica de mísseis, afetando suas operações aéreas.
  • O secretário-geral da Otan promete manter apoio militar a Kiev durante a crise.
  • Especialista sugere que Putin pode intensificar ataques na Ucrânia enquanto EUA redirecionam recursos para o Irã.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ao mesmo tempo que a guerra no Oriente Médio continua, os conflitos entre Ucrânia e Rússia seguem sem perspectivas de um cessar-fogo. Além disso, fontes próximas do governo ucraniano afirmaram que o país passou por uma grave escassez de mísseis em 2025, entre o final de novembro e meados de dezembro.

Os caças do modelo F-16 teriam ficado sem mísseis para abater drones e mísseis inimigos ao longo de três semanas. Tendo em vista a falta de armamento e as diversas guerras pelo mundo, o secretário-geral da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Mark Rutte, reforçou que o bloco deve continuar a oferecer suporte militar a Kiev.


O doutor em ciência política e professor da UFCG (Universidade Federal de Campina Grande) Bruno Pasquarelli analisou que, com o redirecionamento de mísseis estadunidenses ao conflito no Irã, Vladimir Putin teria uma oportunidade para atuar mais fortemente na Ucrânia.

No Conexão Record News desta quinta (5), o especialista também afirmou que: “Com a entrada do Donald Trump ao poder, a Ucrânia deixa de ser realmente aquele país onde os Estados Unidos deveriam tomar ações de proteção”. Segundo ele, o método empregado anteriormente por Trump para distribuir os mísseis à região não visava a segurança local, como o antecessor Joe Biden, mas sim o lucro.

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