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Putin pode usar armas cerebrais para apagar memórias de soldados, diz análise

Especialista acredita que a Rússia possa usar drones para dispersar substâncias alucinógenas em campos de guerra

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Putin pode estar desenvolvendo armas cerebrais que apagam memórias de soldados.
  • Estratégia envolve drones que dispersam substâncias químicas com efeitos alucinógenos.
  • Professor Malcolm Dando alerta para riscos, citando o uso de gás em Moscou em 2002.
  • Uso de agentes não letais pode desorganizar tropas e levantar questões sobre leis de guerra.

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Substâncias podem desorganizar tropas, fazendo com que militares não saibam como agir Print Record News - Conexão - Soldados Europa

Em meio às tecnologias que surgiram e evoluíram ao longo da guerra entre Rússia e Ucrânia, o presidente Vladimir Putin pode estar desenvolvendo armas cerebrais capazes de apagar memórias de soldados, segundo uma análise publicada no jornal The Sun.

O alerta foi feito pelo professor Malcolm Dando, do Departamento de Estudos da Paz da Universidade de Bradford. De acordo com ele, a estratégia deve envolver drones que dispersam substâncias químicas com efeitos alucinógenos.


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“Esses produtos químicos poderiam ser especificamente projetados para não deixarem vestígios, de modo que você não pudesse realmente dizer o que aconteceu”, explicou o especialista.

O professor também mencionou um episódio ocorrido em Moscou, em 2002, quando forças russas usaram um gás à base de fentanil durante uma operação. A ação terminou com a morte de 130 reféns e, segundo Dando, serve como alerta para os riscos do uso de substâncias químicas em conflitos.


Para o pesquisador, a maior preocupação está nos efeitos desses materiais sobre a memória e a capacidade de decisão dos soldados. Ele avalia que a interferência química no cérebro poderia desorganizar tropas, fazendo com que militares não saibam como agir no campo de batalha.

Dando afirma que, embora esse tipo de arma ainda não esteja confirmado, o avanço acelerado da tecnologia exige atenção. Na avaliação do especialista, o uso de agentes chamados de “não letais” pode provocar uma escalada perigosa e levantar questionamentos sobre as leis da guerra e a proteção de civis e combatentes.

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