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Quem é o maior defensor da Ucrânia na guerra contra a Rússia: EUA ou Europa?

Especialista explica as chances de um novo acordo de paz costurado por Trump levar ao fim do conflito

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Trump enviará um assessor a Moscou na próxima semana para negociar com Putin um possível acordo para encerrar a guerra.
  • Enquanto EUA e Ucrânia estão otimistas sobre um cessar-fogo, a Europa se opõe, acreditando que a Rússia não está disposta a um acordo imediato.
  • O professor Leonardo Trevisan afirma que a União Europeia é o aliado mais sincero da Ucrânia, agindo por medo da expansão russa.
  • Trump só se reunirá com Zelensky e Putin na fase final das negociações após mudanças nos termos do acordo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nesta quarta-feira (26), o presidente Donald Trump afirmou que enviará um assessor a Moscou na próxima semana a fim de discutir com Putin os termos que ainda impedem um acordo de encerrar a guerra.

Segundos as informações da repórter Ana Paula Gomes, enquanto Rússia, Ucrânia e Estados Unidos estão otimistas com um possível acordo de cessar-fogo para o fim do conflito armado, a Europa se mostra reticente, alegando que o governo russo não está interessado em um cessar-fogo imediato.


Em entrevista ao Conexão Record News, o professor de relações internacionais Leonardo Trevisan explicou que apesar das inúmeras tentativas dos Estados Unidos em firmar um acordo de paz no Leste Europeu, o mais “sincero” aliado da Ucrânia é a Europa.

O mais sincero amigo da Ucrânia é a União Europeia, e não é amigo da Ucrânia porque quer, é porque tem medo. Quem disse que o Putin para na Ucrânia?”, enfatiza o docente ao expressar o receio que a Europa sente sobre a expansão do domínio de Putin.


Ainda segundo Trevisan, a corrida de Trump para que o acordo de 28 pontos seja fechado até quinta-feira (27) provocou uma reação imediata da União Europeia.

“A Europa se mexeu e não se mexeu pouco, mexeu bastante, pressionou e de alguma forma lembrou a Trump que a entrega, a vitória do Putin não era só a vitória do que vinha junto China [...] Os 28 pontos logo viraram 19 e aí nós temos outro lado da história; se antes era preciso um acordo vindo dos russos, agora é preciso convencer os russos”, diz o professor


Com tais impasses, Trump afirmou só irá se reunir com os líderes Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin na fase final das negociações.

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