Rússia x Ucrânia

Internacional Refugiados ucranianos no resto da Europa já passam de 7 milhões

Refugiados ucranianos no resto da Europa já passam de 7 milhões

Pelo menos 11,9 milhões de pessoas saíram da Ucrânia, enquanto outros 5,3 milhões decidiram retornar ao país nestes seis meses

Agência EFE
Resumindo a Notícia
  • Agência de Refugiados da ONU diz que 7 mi de ucranianos vivem como refugiados na Europa

  • Ao menos 11,9 milhões de pessoas deixaram a Ucrânia desde o início da guerra, em fevereiro

  • Nestes seis meses, mais de 5,3 milhões retornaram ao país

  • País que recebeu mais refugiados ucranianos foi a Rússia, seguido pela Polônia

Mais de 11 milhões de pessoas deixaram a Ucrânia para fugir da guerra no país

Mais de 11 milhões de pessoas deixaram a Ucrânia para fugir da guerra no país

Hiroto Sekiguchi / The Yomiuri Shimbun via Reuters Connect

Os ucranianos refugiados em outros países europeus como resultado da invasão russa, que começou há seis meses, ultrapassaram nesta quarta-feira (31) a marca de 7 milhões, de acordo com estatísticas atualizadas diariamente pela Acnur (Agência das Nações Unidas para os Refugiados).

Destes, 2,4 milhões estão na Rússia e 1,3 milhão na Polônia, enquanto há outras populações de refugiados significativas em países vizinhos da Ucrânia, como Moldávia (90.500), Eslováquia (90.600) e Romênia (86 mil).

No resto da Europa, os países que acolhem o maior número de refugiados ucranianos são Alemanha (670 mil), República Tcheca (423 mil), Itália (151 mil) e Espanha (139 mil).

Desde o início da invasão russa, em 24 de fevereiro, a Acnur contou 11,9 milhões de saídas da Ucrânia, mas também 5,3 milhões de viagens de retorno de cidadãos ucranianos ao país.

O êxodo ucraniano ultrapassa outros êxodos atuais, como os 6,8 milhões de pessoas que deixaram a Venezuela desde 2014 devido à crise política e econômica e os 6,7 milhões de sírios que fugiram da guerra civil após mais de uma década de violência.

A esses 7 milhões de refugiados devem se juntar outros 6,9 milhões de deslocados dentro da Ucrânia também devido ao conflito, de acordo com estatísticas da OIM (Organização Internacional para as Migrações).

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