Rei Charles evita ‘humilhação pública’ ao cancelar encontro com Trump, afirma pesquisador
Críticas do presidente norte-americano a Keir Starmer criariam situação constrangedora para o monarca
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Depois que a Inglaterra negou aos Estados Unidos o uso de bases militares norte-americanas dentro do território britânico para combater o Irã, Donald Trump fez uma série de críticas ao primeiro-ministro do país europeu, Keir Starmer. Diante da situação, o rei Charles 3º deve cancelar o encontro que havia preparado com Trump nos EUA.
O pesquisador do núcleo de estudos dos países Brics da UFF (Universidade Federal Fluminense), Lier Ferreira, avaliou no Conexão Record News desta quarta (11) que a escolha do monarca é inteligente. “Expor o Rei Charles nesse momento a uma humilhação pública nos Estados Unidos seria, de fato, absolutamente indesejável para a Inglaterra”.
Na análise de Ferreira, o motivo pelo qual Starmer negou o apoio militar envolve a experiência ruim pela qual a Inglaterra passou, quando virou aliada dos EUA na guerra do Afeganistão. “Um conflito que parecia também de curta duração. Durou 20 anos e terminou da forma lamentável, com o Estado Islâmico tomando as rédeas do país”.
Ainda assim, o pesquisador nota que a influência que o poder britânico exerce no planeta não é mais a mesma desde a Segunda Guerra Mundial. “A Inglaterra vem declinando a sua força política e diplomática; há muitas décadas já se constitui basicamente como um estado vassalo dos Estados Unidos.”
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