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Reunião entre Zelenksy e Trump na Casa Branca pode definir o futuro da guerra na Ucrânia

Mísseis Tomahawk dariam ‘poder imenso’ de negociação aos ucranianos; pressionado por Putin, presidente americano estaria relutante em fornecer o armamento

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Trump se reúne com Zelensky para discutir armamento para a Ucrânia.
  • Negociações de paz no Leste Europeu estão sendo consideradas.
  • Putin pressiona para que os EUA não forneçam mísseis à Ucrânia.
  • Mísseis Tomahawk poderiam fortalecer a posição da Ucrânia nas negociações.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nesta sexta-feira (17), o presidente americano Donald Trump recebe o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, para discutir o fornecimento de novas armas para o conflito com a Rússia, incluindo mísseis de longo alcance. Em conversa com jornalistas, o republicano disse achar que, em breve, conseguirá um acordo de paz no Leste Europeu.

Para considerar uma negociação, o presidente russo Vladimir Putin exige que os Estados Unidos não forneçam armas à Ucrânia, explica Adriano Gianturco, coordenador do curso de relações internacionais do Ibmec de Belo Horizonte. “Por outro lado, a Ucrânia alega que, com esses mísseis, a posição da Rússia seria enfraquecida e eles seriam forçados a negociar”, diz Gianturco em entrevista ao Conexão Record News.


Donald Trump é pressionado por Vladimir, que não quer que a Ucrânia tenha acesso aos mísseis de longo alcance Reprodução/Record News - 17.10.2025

O especialista destaca a capacidade bélica dos mísseis Tomahawk, que Trump está relutante em fornecer aos ucranianos após conversa com Putin na quinta-feira (16). “São mísseis de longo alcance que alcançariam Moscou, o que daria, evidentemente, um poder imenso para a Ucrânia nessa guerra e na negociação”, pontua Gianturco.

Diálogo com Putin

O presidente dos Estados Unidos definiu como “muito produtiva” a conversa telefônica que teve com o presidente russo. Por meio da rede social Truth Social, Trump afirmou que ele e Putin se encontrarão em Budapeste, na Hungria, “para ver se podemos trazer um fim a esta guerra ‘inglória’”, numa referência ao conflito entre Rússia e Ucrânia.


Ambos também concordam que haverá uma reunião de conselheiros de alto nível na próxima semana, que serão lideradas, na parte americana, pelo secretário de Estado, Marco Rubio. Segundo o republicano, Putin o parabenizou durante a ligação pela paz no Oriente Médio.

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